Todos os textos sob »Pesquisa«

Reflexões sobre a vida da mente na era da abundância

April 14, 2009

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Claramente, em um mundo de sistemas de informação conectados consistindo de repositórios digitais individuais e coletivos, os papéis dos especialistas em informação e tecnologia precisam mudar. Tecnologistas precisam estabelecer um plano de sistemas mais transparente para a convergência de sistemas e para a convergência de tipos informacionais. Designers instrucionais precisarão dar suporte e educar a comunidade acadêmica sobre os benefícios de se acumular e compartilhar bens digitais e objetos de aprendizagem. Bibliotecários terão um menor papel na organização de materiais em acordo com rígidos padrões e um maior papel no desenvolvimento de princípios organizacionais mais flexíveis para uma vasta variedade de materiais construídos sobre uma gama de diretrizes padronizadas. O foco dos bibliotecários será menor na organização de materiais sobre o fato e maior no ensinamento de outros sobre como organizar os materiais que produzem.

Biblioteconomia e comunicação mediada por símbolos

April 13, 2009

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H. CURTIS WRIGHT School of Library and Information Sciences – BYU, 1989. Resumo Esse trabalho sai da visão Kaplaniana de informação como estrutura formal das idéias, para a visão Meadiana de comunicação intersubjetiva e daí para a compreensão de realidade de Popper. Apresenta um modelo de Biblioteconomia, identifica seus componentes com os três mundos de Popper e conclui [...]

Conectando os pontos: software social e bibliotecas

March 14, 2009

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Geoffrey Harder As bibliotecas sempre conectaram pontos. Nós conectamos pessoas com informação, conectamos idéias às imaginações e conectamos indivíduos às comunidades. É por isso que o software social continua sendo um item bastante abordado nos programas de conferência em bibliotecas e nas publicações relacionadas a bibliotecas, tanto online como offline. Mesmo com as discussões sobre o movimento da Web 2.0 e sua cria, a Biblioteca 2.0, o software social – a conexão de pessoas a outras pessoas utilizando softwares e Internet – continua a ser um grande fator nas discussões sobre o que são agora e o que virão a ser as bibliotecas e o cenário mais amplo de informação.

As bibliotecas importam? O surgimento da Biblioteca 2.0

March 11, 2009

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O reinado da biblioteca como fornecedora de informação está decadente. Por justiça ou não, as bibliotecas atuais estão cada vez mais sendo vistas como ultrapassadas, comparadas com serviços modernos baseados na internet, como Google e Amazon, desejosos por assumir o trono. Mesmo assim, em Talis [fornecedora de produtos e serviços para bibliotecas públicas e acadêmicas no Reino Unido e Irlanda] nós acreditamos que ainda existe muita vida na biblioteca. Entretanto, essa sobrevivência demanda mudanças. Inevitavelmente, com o mundo avançando, a biblioteca precisa evoluir e começar a disponibilizar seus serviços na maneira como os usuários modernos esperam. A Biblioteca 2.0 é o conceito de um serviço de biblioteca bem diferente que opera de acordo com as expectativas dos usuários das bibliotecas de hoje. Nessa visão, a biblioteca torna a informação disponível quando e onde quer que o usuário requisite. Em alguns momentos, essa visão será difícil de ser alcançada. Mas nós achamos que também trará euforia e preenchimento. No final, nós esperamos que seja uma prova de que a biblioteca continua importando.

O trabalho dos mediadores da informação: uma comparação entre bibliotecários e agentes inteligentes

March 8, 2009

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Neste artigo, a autora examina as características da agência de informações, o trabalho de bibliotecários e de agentes inteligentes como mediadores de informação, as diferenças entre os agentes humanos e os softwares, as tarefas possíveis para agentes softwares em bibliotecas, e especula sobre o futuro dos agentes humanos e softwares. Uma típica necessidade de informação baseada em literatura da área médica é apresentada, e os processos de acompanhamento da informação são examinados. A autora descreve o futuro da mediação da informação, sendo baseada numa interação eficiente entre agentes humanos e softwares, e dá exemplos de tarefas possíveis de colaboração de informações.

O povo diz a sua palavra

April 20, 2007

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Paulo Freire Esta atitude séria e curiosa na procura de compreender as coisas e os fatos caracteriza o ato de estudar. Um texto para ser lido é um texto para ser estudado. Um texto para ser estudado é um texto para ser interpretado. Não podemos interpretar um texto se o lemos sem atenção, sem curiosidade; se desistimos da leitura quando encontramos a primeira dificuldade. Se um texto às vezes é difícil, insiste em compreendê-lo. Estudar exige disciplina. Estudar não é fácil porque estudar é criar e recriar e não repetir o que os outros dizem.

Gametecas

April 15, 2007

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Gustavo Henn Os games se transformaram em uma das indústrias mais lucrativas do mundo, superando, para surpresa de muitos, a de Hollywood e a dos Brinquedos. E não pára de conquistar adeptos. No entanto, apesar disso tudo, o potencial informativo e educativo dos jogos eletrônicos não é devidamente aproveitado. Em parte devido ao preconceito de que é coisa pra criança, o que, como articulado acima, não é mesmo. Os bibliotecários como gestores de unidades de informação, logo, têm a obrigação de despertar para esse material, da mesma forma que já foi feito com os gibis e com os brinquedos. É preciso colocá-los nas bibliotecas, fornecê-los aos usuários de forma democrática. Do mesmo jeito que os livros são caros, os games também são. Este texto propõe como selecionar esse material de acordo com o público e com a instituição, dando, sempre que couber, dicas de títulos de jogos.

A importância do ato de ler

April 5, 2007

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Paulo Freire Creio que muito de nossa insistência, enquanto professoras e professores, em que os estudantes “leiam”, num semestre, um sem-número de capítulos de livros, reside na compreensão errônea que às vezes temos do ato de ler. Em minha andarilhagem pelo mundo, não foram poucas as vezes em que jovens estudantes me falaram de sua luta às voltas com extensas bibliografias a ser muito mais “devoradas” do que realmente lidas ou estudadas. [...] A insistência na quantidade de leituras sem o devido adentramento dos textos a ser compreendidos, e não mecanicamente memorizados, revela uma visão mágica da palavra escrita. Visão que urge ser superada. A mesma, ainda que encarnada desde outro ângulo, que se encontra, por exemplo, em quem escreve, quando identifica a possível qualidade de seu trabalho, ou não, com a quantidade de páginas escritas.

Alfabetização de adultos e bibliotecas populares – uma introdução

April 3, 2007

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Paulo Freire Contra tudo isso se coloca a posição crítico-democrática da biblioteca popular. Da mesma maneira como, deste ponto de vista, a alfabetização de adultos e a pós-alfabetização implicam esforços no sentido de uma correta compreensão do que é a palavra escrita, a linguagem, as suas relações com o contexto de quem fala e de quem lê e escreve, compreensão portanto da relação entre “leitura” do mundo e leitura da palavra, a biblioteca popular, como centro cultural e não como um depósito silencioso de livros é vista como fator fundamental para o aperfeiçoamento e a intensificação de uma forma correta de ler o texto em relação com o contexto. Daí a necessidade que tem uma biblioteca popular centrada nesta linha de estimular a criação de horas de trabalho em grupo, em que se façam verdadeiros seminários de leitura, ora buscando o adentramento crítico no texto, procurando apreender a sua significação mais profunda, ora propondo aos leitores uma experiência estética, de que a linguagem popular é intensamente rica.

Patética: o esvaziamento do discurso ético na educação e atuação profissional em Biblioteconomia

March 10, 2007

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Alex Lennine e Eliane da Rocha. Patética: o esvaziamento do discurso ético na educação e atuação profissional em Biblioteconomia. Trabalho de conclusão de curso - bacharelado em Biblioteconomia, FaBCI-FESPSP 2004.

Uma biblioteca escolar

March 1, 2007

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Diana Gonçalves Vidal "Nós tínhamos aula de biblioteca. Era obrigatório. Tínhamos aula de pesquisa de biblioteca, pelo menos uma hora por semana. Cada vez era uma matéria que nós tínhamos que fazer pesquisa. Ou então, íamos quando não tínhamos aula. Nós não ficávamos na sala de aula. Éramos encaminhadas para a biblioteca, porque senão D. Palmira [a inspetora] não agüentava. Depois, à medida que o número de alunos do Instituto de Educação foi aumentando, eles já começaram a não empurrar mais os alunos para a biblioteca como foi a primeira turma. Porque nós fomos praticamente uma turma de experiência do que eles chamavam da Escola Nova: preparo do professor para a Escola Nova."

O Manifesto da IFLA sobre a Internet

December 3, 2006

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O MANIFESTO DA IFLA SOBRE A INTERNET O livre acesso à informação é essencial para a liberdade, a igualdade, o entendimento mundial e a paz. Portanto, a Federação Internacional de Associações de Bibliotecários e Instituições (IFLA) declara que: * A liberdade intelectual é um direito de cada indivíduo, tanto no sentido de ter e manifestar suas opiniões, [...]

O que é necessário para educar os futuros bibliotecários digitais: um estudo da prática atual e dos staff parterns em bibliotecas universitárias e de pesquisa

November 8, 2006

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Devido à dinâmica natureza da biblioteconomia resultante do aumento da informação disponível em formato digital, educar bibliotecários digitais tem se tornado uma importante pauta dentro das escolas de biblioteconomia e ciência da informação. Para planejar e oferecer cursos apropriados e ensinar abordagens para treinamento de bibliotecários digitais competentes, os educadores podem se beneficiar do feedback fornecido pelos atuais bibliotecários digitais a fim de determinar acuradamente que habilidades e conhecimentos são realmente requeridos para que os bibliotecários digitais sejam efetivos no trabalho digital. Por fim, nós pesquisamos os atuais profissionais de bibliotecas digitais nos Estados Unidos para identificar suas atividades e habilidades e detectar qualquer lacuna em seus treinamentos. Nós analisamos os dados fornecidos pelas respostas para aprender mais sobre a natureza do trabalho dos bibliotecários em bibliotecas digitais e para identificar atributos comuns e necessários(conhecimentos e habilidades) requeridos para "bibliotecários digitais". Os resultados do nosso estudo tem implicações para o planejamento da educação de biblioteca digital que encontra necessidades reais de trabalho.

A emergência em sistemas baseados em folksonomias

October 24, 2006

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A emergência em sistemas baseados em folksonomias José Alexandre Costa de Lacerda, Pedro Gonzaga Valente Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (EGC) Universidade Federal de Santa Catarina {zelacerda,pedro.valente}@gmail.com 1 – Introdução A web, com todas as suas páginas, sites e aplicações, é um exemplo clássico de sistema, na definição proposta por Bertalanffy (1977), já que é composta por [...]

Mundos paralelos: jogos online e serviços de informações digitais

August 30, 2006

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MUNDOS PARALELOS: JOGOS ONLINE E SERVIÇOS DE INFORMAÇÕES DIGITAIS John Kirriemuir 1 Introdução Jogos on-line possuem um número de características similares àquelas de bibliotecas digitais e outros serviços on-line. O reconhecimento dessas características pode estipular: - Dicas de como pessoas podem usar e usam sistemas on-line. - Inspiração para novos ou melhores métodos de prover acesso a bibliotecas de informação [...]

Por quê as pessoa pagam por informação?

August 18, 2006

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Why people pay for information?, Robert M. Colomb Este artigo investiga as situações onde há incentivos para que as pessoas paguem os custos de um canal para o conteúdo informacional. Conclui que há pelo menos quatro: quando o pagamento é pequeno comparado aos custos do fornecedor e quando há monopólio da informação, que são menos interessantes [...]

Requerimentos funcionais para registros bibliográficos no ensino de Catalogação; Kirsten Strunckf

March 16, 2006

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Na Dinamarca nós temos uma longa tradução em focar no Porquê da catalogação mais do que no como catalogar quando ensinamos esta disciplina. Regras [Normas] e políticas de catalogação variam de biblioteca para biblioteca e de um produto para outro. Então nós [optamos] por dar prioridade ao ensino de fundamentos de catalogação, para fazer os estudantes entenderem as razões básicas por trás da produção das representações dos documentos.

Biblioteca escolar

February 16, 2006

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Ao iniciarmos qualquer discussão sobre este tema, é impossível fugir a um problema básico: como falar a respeito de bibliotecas escolares em um país onde, na maioria das regiões, faltam as próprias escolas? E como pensar em pesquisa na biblioteca escolar, se leitura chega quase a ser um palavrão no repertório do brasileiro? Os temas biblioteca, escola, pesquisa, leitura, são verdadeiros oásis no deserto da Educação brasileira.

Como o Google coleta e ordena seus resultados?

December 22, 2005

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Uma das questões mais comuns que nós ouvimos dos bibliotecários é “como o Google decide quais resultados aparecem no topo da lista?” Aqui está, pelo engenheiro de qualidade Matt Cutts, uma pequena cartilha de como nós capturamos e indexamos a web e então ordenamos os resultados. Matt também propõe exercícios que os bibliotecários escolares podem fazer para auxiliar os estudantes.

A legislação sobre bibliotecas no Brasil

December 12, 2005

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Movimentam-se os bacharéis em Biblioteconomia para discutir a questão do mercado de trabalho do bibliotecário. Muito se tem dito a respeito. Quase tudo é lógico e pertinente à matéria. As soluções apontadas, se praticadas, não deixariam de melhorar, de alguma forma, a situação. Contudo, à evidência, as análises não aprofundam o tema, até o desejável. E, as saídas apontadas são parciais, portanto, insuficientes.

Como utilizar o Google com eficiência – nível básico

December 11, 2005

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Este texto completa o texto publicado abaixo, “como utilizar o Google com eficiência - nivel avançado”. Diferentemente, este apresenta as técnicas utilizáveis no Google - máquina de busca - aos usuários não familiarizados. O texto que segue completa o texto publicado anteriormente, “como utilizar o Google com eficiência”. Diferentemente, este apresenta as técnicas utilizáveis no Google - máquina de busca - aos usuários não familiarizados. Vale lembrar novamente que o Google é considerado a maior e mais eficiente máquina de busca dentre a gama desses sistemas existentes hoje na internet.

Como utilizar o Google com eficiência – nível avançado

October 30, 2005

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A Internet é uma vasta coleção de informação escondida em mais de 2 bilhões de páginas. Mas o volume crescente de conteúdo torna difícil encontrar informações pertinentes a um assunto desejado. Pesquisar na internet é como procurar uma agulha em uma palheiro. As máquinas de buscas surgiram, para auxílio. Esse texto apresenta uma série de técnicas avançadas utilizáveis na maior das máquinas de busca, o Google. Esse texto apresenta uma série de técnicas utilizáveis na maior das máquinas de busca, o Google. Entretanto, ainda que exista um domínio do Google para pesquisas em páginas exclusivamente em português e brasileiras, as principais funcionalidades e aplicações ainda não foram incorporadas na versão google.com.br Assim, o texto torna-se útil principalmente para aqueles que já estão familiarizados com a utilização da máquina e seus padrões originais, no google.com (sem ponto bê érre).

Busca e resgate

October 26, 2005

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O Google se uniu as Universidades de Michigan, Harvard, Stanford, a Biblioteca Pública de Nova York e a Universidade de Oxford. Vai escanear e indexar as coleções de suas bibliotecas. Uma máquina de busca para livros será revolucionária em seus benefícios. Obscuridade é uma ameaça para os autores maior do que o infringimento das leis autorais, ou mesmo pirataria. Apontando para um imenso volume de obras impressas online, Google oferecerá um meio de promover livros que os editores descartaram, criando uma oportunidade para os leitores encontrá-los e comprá-los

Como lêem os usuários na Web

October 13, 2005

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Os usuários, na web, não lêem ou, pelo menos, não fazem da mesma forma seqüencial que quando têm entre as mãos uma revista, um livro, um artigo ou uma revista em quadrinhos. Os usuários têm necessidades e objetivos, metas que alcançar, e sabem que a forma de conseguir determinadas metas não costuma ser dedicando muito tempo a cada “nodo web” que visitam, lendo do princípio ao fim seus conteúdos e links. Saiba como técnicas de interface podem auxiliar a navegação do usuário na web.

O que é acessibilidade

October 13, 2005

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Apesar de que o surgimento da Word Wide Web, e seu posterior crescimento exponencial, realizou uma mudança radical em relação à facilidade de difusão e disponibilidade da informação, as limitações e o mau uso por parte dos desenhistas das tecnologias dominantes de publicação web estão dando lugar a situações de impossibilidade de acesso a informação por parte daqueles usuários com deficiência. Esse texto apresenta a definição de acessibilidade, discutindo limitações que dificultam a acessibilidade de conteúdos.