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Abril 16th, 2009  Usabilidade da tampa da Coca-Cola

Fato observado positivo para a Coca-Cola. Mudou a tampa da embalagem de 2 litros. Ainda não em todas, mas pelo menos em algumas. E a melhora é sensível. Meus dedos agradecem. Agora a gente já não pode dar aquela desculpa de que a mão está molhada quando não conseguir mais abrir a garrafa.

Qual das duas tampas a gente abre mais fácil?

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Março 26th, 2009  Sanduicheira e o risco!

A gente já sabe que vários produtos são projetados sem que levem em consideração o usuário final. Designers (alguns) projetam pensando único e exclusivamente para a empresa, que por sua vez, exige desse profissional de criação, um artefato barato, no sentido de custo real.

A gente pode observar essa questão em vários equipamentos do nosso dia-a-dia, como essa sanduicheira abaixo, mas, vale salientar que esse é apenas um modelo entre tantos outros do mesmo produto - sanduicheira - disponível no mercado do Brasil:

Sanduicheira-bordas-risco-queimaduras

Toda essa borda mais escura - preta - faz parte do subsistema do equipamento responspavel pelo aquecimento, para que o produto possa desenvolver as suas funções básicas, que é fazer um sanduíche por exemplo. Com isso, a gente observa que toda essa parte fica sem proteção alguma, gerando um grande risco a integridade física do usuário, que por sua vez pode ser um jovem (muitas vezes crianças), adulto ou idosos. um grande risco mesmo.

O produto não tem uma das piores usuabildiades, mas também pelo baixo nível de complexidade do equipamento, isso não é digno de uma parabenização. O fato principal é o risco de queimadura, e quem sabe um aquecimento do fio possa derretê-lo e gerar um problema de proporçõs bem maiores. Um curto. Um incêncio.

Isso poderia ter sido resolvido até mesmo na criação do produto. Um sistema mais fechado não deixaria a peça muito mais cara e a empresa poderia se eximir de quaisquer problemas que possam ocorrer no uso do equipamento por parte dos usuários.

Ergonomia não é custo, é lucro!

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Março 16th, 2009  Dividindo o posto de trabalho

Acho essa imagem muito legal.

posto-de-trabalho-gordo-e-magro

Na realidade eu acho que essa imagem pe mais uma piada do que um posto de trabalho verdadeiro, mas, o importante é que de fato existem vários ambientes de trabalhos que seguem esse padrão.

O que acondete neste caso é a projetação de um posto de trabalho levando em conta um modelo. Apenas um sujeito ou um único estereótepo - características físicas (sem levar em consideração aspectos psicológicos, por exemplo). Neste caso, foi uma pessoa magra e não muito alta.

Para uma boa ergonomia, é muito importante que se leve em consideração alguns extremos. Assim, um magro e um gordo poderá acessar o local, um alto e um baixo também. Agora claro, para isso deve ser considerado também aspectos da antropometria. Assim, qualquer um que vá trabalhar nesse posto bem projetado, se sentirá confortável.

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Fevereiro 19th, 2009  Atividades em bibliotecas #4

Neste novo post sobre atividades em bibliotecas eu gostaria apresentar mais uma imagem de um funcionário de biblioteca na atividade de reposição de livros na estante.

Atividades em bibliotecas - ergonomia - uff

Esta foto seve para, digamos, confirmar que as posturas assumidas nesta atividades geralmente são inadequadas.

Isto, porque já foi mostrado aqui mesmo um bom post sobre o assunto, e lá existem uma tabelinha contendo as partes do corpo, seu peso médio e um percentual em relação ao corpo todo, que existe no livro, ergonomia: projeto e produção, do prof. Itiro Iida, além de alguns setores existentes em uma biblioteca.

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Fevereiro 16th, 2009  Mais calçada ruim

Mais uma matéria de uma calçada ruim. Neste caso estaremos falando de uma situação que acontece no Sudeste do País, na cidade de Sorocaba no Estado de São Paulo.

De acordo com o Jornal Cruzeiro do Sul, através da matéria: acessos errados prejudicam cadeirantes, Mônica, uma jovem estudante universitária de 21 anos mostra como é difícil conseguir se deslocar da sua residência até uma escola onde cursa inglês usando a sua cadeira de rodas.

Este problema ocorre na Avenida Afonso Vergueiro.

“Apesar da existência de rampas com o intuito de facilitar o acesso de deficientes físicos, atravessar a avenida Afonso Vergueiro com uma cadeira de rodas não é tarefa fácil, pelo menos no trecho de poucos metros que separa a casa de Mônica da escola de idiomas. Em poucos minutos é fácil perceber as dificuldades. Logo que sai do prédio, Mônica tem que enfrentar uma série de buracos na calçada, até chegar ao ponto mais crítico. Nessa rampa não dá para atravessar, pois não tem semáforo, comentou a estudante, mostrando o acesso aberto diante do asfalto, sem sinalização de faixa de pedestres e por onde os carros nunca param de passar - seja vindo da própria pista centro-bairro da Afonso Vergueiro ou da rua Minas Gerais, de onde os motoristas podem acessar o shopping ou a avenida. Diante do impasse, Mônica avisa que existe outra rampa, logo à frente, mas com mais um problema: para chegar lá é preciso passar pela entrada do estacionamento do shopping e seria necessário descer um degrau, o que é impossível. Se tivesse que ir sozinha, só conseguiria se descesse aquela primeira rampa e seguisse até a próxima, pelo canto da avenida, perto dos carros, mostrou.”

A avenida passou recentemente por algumas reformas, mas, como é possível notar, não foi feito um serviço de qualidade. Normal, poder público.

Palavras do secretário:

“Secretário de Obras e Infraestrutura Urbana, Wilson Unterkircher Filho, admitiu que houve falha na conclusão do projeto da avenida Afonso Vergueiro, especificamente neste local, no que diz respeito à acessibilidade.”

Para que isso aconteça, a gente imagina que essa obra naõ foi fiscalizada, ou, se realmente foi, faltou competência ou vontade quem quem o fez ou mandou fazer.

“O secretário comentou que a questão da acessibilidade é preocupação da administração municipal, porém foi cuidadoso em relação a projetos futuros. Temos que ser razoáveis, ter os pés no chão. Pode até ser considerado enganoso se dissermos que vamos tornar toda a cidade toda acessível em poucos anos, comentou, destacando casos difíceis de resolver, como ruas estreitas do centro da cidade ou com intensos declives. Há pouco tempo se despertou para esse assunto de verdade. Há 20 anos atrás não ouvíamos falar de acessibilidade. Porém, isso não quer dizer que nada está sendo feito.”

Será que isso vai acontecer mesmo. Vamos torcer!

Outro caso parecido:

Agora em Uberaba: Falta de acessibilidade é o grande obstáculo para cadeirantes e idosos.

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Fevereiro 16th, 2009  Caos nas calçadas inacessíveis

Saiu hoje mesmo, no Diário de Natal, uma boa matéria sobre a falta de acessibilidade das calçadas da linda cidade de Natal. O repórte fez algumas caminhadas por ruas e avenidas importantes da cidade e constatou esse caos.

“…Protegida na comodidade de seus carros com ar-condicionado, boa parte dos natalenses nem olha de lado para ver o cenário de descaso com o cidadão, que surge na paisagem urbana em forma de calçadas desniveladas, entradas de veículos inclinadas demais, varandas avançadas sobre o passeio público, paredões que impedem a circulação e obrigam as pessoas a disputar espaço com os carros. Esses são apenas alguns dos absurdos que se põem como obstáculos entre o pedestre natalense e sua cidadania.”

Isso é uma verdade. Quem anda de carro não têm o hábito de ficar observando as calçadas, e, mesmo quando essas pessoas estacionam seus carros para ir a um banco, por exemplo, já estão com a cabeça cheia de tantos outros assuntos do dia-a-dia, que não têm “tempo” para pensar nesse descaso do poder público - sobretudo.

Em meio a esta aventura, resolvo subir uma escada esculpida no paredão, de corrimãos mambembes, para conversar com moradores sobre a situação de acessibilidade na rua. Encontro Dona Marlene, uma aposentada de 70 anos que caminha com auxílio de uma bengala. Ela tem medo de cair da plataforma, mal consegue subir e descer as escadas que dão acesso a sua casa e sofre para caminhar na região. ‘‘Não posso andar tranquila, morro de medo de me acidentar. Meu irmão caiu dessa escada uma vez e teve de ir para o hospital’’.

Foram os netos de Dona Marlene que construíram o corrimão de ferro usado pela aposentada para subir as escadas. Sua vizinha, a comerciante Tânia Garcia, também mandou fazer um acesso, com corrimãos de madeira que estão com parafusos soltos e ameaçam cair. Ela também teme acidentes e ainda se sente prejudicada pela dificuldade de acesso dos clientes a seu ponto. ‘‘É inconveniente e perigoso sempre’’.

Isso é triste. Imagine você, leitor, se fosse sua mãe que estivesse nessa situação, seria no mínimo chato, não é verdade?! O mais complicado é o o seguinte, muitas pessoas acham que a acessibilidade é algo direcionado para pessoas com deficiência, nesse caso, os cadeirantes, mas, a realidade é que pessoas idosas têm mais problemas de locomoção, mulheres grávidas também, e isso, todo mundo está sujeito a isso, sem diferença de classes sociais, masss…

Quem tem condições pode comprar carros, cadeiras de rodas possantes etc…

Concordo com alguns que dizem que o poder público deve direcionar os atos para coisas mais básicas, como fome e saúde precária, mas uma coisa não elimina outras. Muitos governantes gastam rios e rios de dinheiro em outras tarefas do seu “órgão” com coisas que, simplesmente, possam atrair mais eleitores. Absurdo.

Esse tipo de problema não é apenas em Natal, acontece no Brasil todo.

Quero parabenizar Gabriel Trigueiro pela matéria e dizer que estou esperando pela série de reportagens que serão feitas, segundo a própria matéria.

“Nas próximas edições, publicaremos uma série de matérias sobre a precariedade das calçadas em vários trechos da cidade, com a opinião dos cidadãos afetados pelo problema, a visão de urbanistas e a posição do poder público.”

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Fevereiro 13th, 2009  Inclusão da pessoa com deficiência

Um projeto Nacional tem como objetivo incluir cada vez mais as pessoas com deficiência na sociedade.

Acho por bem colocar na íntegra esse texto.

Campanha nacional vai promover a inclusão de pessoas com deficiência

A Secretaria Especial de Direitos Humanos lançou nesta quinta-feira (12) a campanha publicitária nacional pela inclusão de pessoas com deficiência – “Iguais na Diferença”. O filme da campanha se utiliza simultaneamente de três recursos de acessibilidade: áudio-descrição, legendas e Libras (Língua Brasileira de Sinais).

A campanha será disponibilizada a todas as redes de TV e cadeia de cinemas. Segundo o ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, a campanha elevará o patamar das discussões sobre o tema.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 10% da população mundial possui algum tipo de deficiência. No Brasil o número é muito significativo, existem cerca de 25 milhões de pessoas que possuem algum tipo de deficiência. Para o ministro, os números evidenciam que não estamos falando de uma minoria e sim de uma maioria que merece ter acesso a todos os seus direitos.

Segundo a coordenadora nacional de Integração da Pessoa com Deficiência, responsável pela campanha, Izabel Maior, o filme mostra um mundo um pouco adiante, uma sociedade inclusiva, onde foram retiradas as barreiras construídas culturalmente.

“A campanha usa legendas, libras e áudio-descrição, uma ferramenta nova. Quando se aperta a tecla Sap da TV entra uma narrativa de fundo para que as pessoas cegas que estão acompanhando possam saber o que acontece. Ela tem tudo que a nossa legislação determina”, disse.

Izabel Maior explica que as pessoas com deficiência, cada vez mais, participam da vida de seu país, mas é necessário trabalhar com toda a sociedade, dos empresários para que ofertem mais empregos aos professores para que estejam preparados para lidar com todos os tipos de alunos”, afirmou.

Durante o lançamento da campanha, foi realizada a cerimônia de posse dos novos integrantes do Conselho Nacional dos Direitos de Pessoa com Deficiência (Conade). O conselho é um órgão deliberativo e de natureza paritária, sendo 50% sociedade civil e 50% governo.

Vannuchi afirmou que é por meio da participação da sociedade civil que muitas mudanças são feitas. “A agenda social do presidente Lula para este ano inclui a construção dezenas de oficinas de órtese e prótese, conjuntos habitacionais com acessibilidade, infra-estrutura e transporte adequado, educação inclusiva e o trabalho da empregabilidade”, disse.

O ministro destacou também vitórias recentes como a aprovação da convenção da ONU dos Direitos da Pessoa com Deficiência. “Agora todas as políticas públicas de saúde, educação e emprego, tem que levar em conta as definições da convenção da ONU, equivale ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Levaremos ao Legislativo e faremos debates em cinco regiões do país para aperfeiçoar o marco do estatuto”, informou.

O novo conselheiro do Conade e representante da Federação das Fraternidades Cristãs de Pessoas com Deficiência (FCD-Brasil), Celso Zoppi, de 53 anos, que é deficiente físico, conseqüência de um acidente automobilístico que sofreu há 30 anos, disse que o Brasil obteve avanços na área dos direitos das pessoas com deficiência nesses 30 anos, mas que ainda há muito o que fazer.

“De lá pra cá houve avanços, mas os empresários e as cidades não despertaram para a necessidade de inclusão. Faltam rampas, há dificuldade de acesso aos locais públicos e a barreira da comunicação ainda não foi superada. O Conade tem condições de ouvir os deficientes, definir políticas e lutar efetivamente pelos nossos direitos. Muito o que foi conquistado deve-se à pressão das entidades de deficientes”, afirmou.

É interessante quando a gente encontra projetos como esses, mas, sabemos que ainda é preciso fazer muito mais, e a gente pode exigir dos nossos governantes, ou pelo menos tentar exigir, uma vez que eles fazem sempre tudo do jeito que eles querem.

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Fevereiro 12th, 2009  Curso: Ergonomia e Usabilidade

Estou aqui novamente para falar de um outro curso de especialização - Lato sensu - da PUC-Rio. Trata-se do curso “Ergonomia e Usabilidade: Qualidade de Vida no Trabalho, em Casa, na Cidade“, que também está sob a coordenação da profª. Anamaria de Moraes.

Neste caso o programa é bastante parecido com a especialização que eu estou fazendo aqui no Departamento de Design aqui na UFPE:

1. Apresentação do Curso
2. Origens e Conceituação da Ergonomia; Etapas e Fases; Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora
3. Apreciação Ergonômica do Sistema Humano-Tarefa-Máquina
4. Fisiologia e Carga Física do Trabalho
5. Diagnose Ergonômica do Sistema Humano-Tarefa-Máquina
6. Psicologia, Percepção, Processos Cognitivos e Carga Mental do Trabalho
7. Higiene e Segurança do Trabalho
8. Projetação Ergonômica do Sistema Humano-Tarefa-Máquina
9. Ergonomia Informacional
10. Biomecânica e Antropometria
11. Ergonomia: Zona Acional
12. Ergonomia: Zona Interfacial
13. Prototipagem, Avaliação e Validação do Sistema Humano-Tarefa-Máquina
14. Pesquisa Experimental em Ergonomia
15. Ergonomia e Organização do Trabalho
16. Doenças Ocupacionais e Problemas Músculo-Esqueléticos
17. Conforto Ambiental
18. Controle de Risco e Prevenção de Acidentes no Trabalho
19. Ergonomia e Trabalho em Turno
20. Ergonomia do Ambiente Construído/Habitado
21. Ergonomia e Sistema de Transporte
22. Ergonomia da Interação Humano-Computador (HCI); Usabilidade de Interfaces
23. Ergonomia como Atividade Profissional

O público-alvo deste curso é bastante heterogêneo: Designers, ergonomistas, arquitetos de informação, web designers, profissionais de informática, jornalistas, publicitários e áreas afins. Muito bom. Assim, se pode viver realmente a interdisciplinaridade, que uma uma das grandes características da ergonomia.

Quero lembrar também que este curso poderá ser financiado pela CEF.

Quero colocar também o corpo docente:

Alexandre Miranda Dresch, Mestre em Design, PUC-Rio
Ana Lúcia Seroa da Motta, Doutora em Arquitetura, Backlett University
Claudia Renata Mont’Alvão, Doutora em Engenharia de Transportes, COPPE/UFRJ
Cláudia Aparecida Napolitano, Especialista em Ergonomia, PUC-Rio
Eduardo Ariel, Mestre em Design, PUC-Rio
Eduardo Rangel Brandão, Mestre em Design, PUC-Rio
Fabiana Campos de Figueiredo, Mestre em Design, PUC-Rio
Fidel Roberto Gutierrez Y Sack, Especialista em Ergonomia, PUC-Rio
Giuseppe Amado de Oliveira, Mestre em Design, PUC-Rio
José Carlos Rodrigues, Especialista em Direito do Consumidor e da Concorrência, FGV
Juliane Figueiredo Fonseca, Mestre em Design, PUC-Rio
Laura Maria de Povina Cavalcanti, Mestre em Medicina do Trabalho, Universidade de Montreal, Canadá
Lúcia Gomes Ribeiro, Mestre em Design, PUC-Rio
Manuela Quaresma, Mestre em Design, PUC-Rio
Márcia Cristina Vieira, Especialista em Ergonomia, PUC-Rio
Sydney Fernandes Freitas, Doutor em Engenharia de Produção, COPPE/UFRJ
Valéria Barbosa Gomes, Doutora em Saúde Coletiva, Medicina Social/UERJ

Já tive a oportunidade de ver alguns desses pesquisadores no ABERGO 2008 em Porto Seguro - BA e comprovei que realmente conhecem bem do que falam, através de apresentação de trabalhos.

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Fevereiro 12th, 2009  Curso: Ergodesign de Interfaces

A PUC-Rio está com inscrições abertas para o curso de especialização em Ergodesign de Interfaces: Usabilidade e Arquitetura da Informação. O curso é Pós-Graduação Lato Sensu, no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, sob a coordenação de uma das grandes figuras da ergonomia brasileira, Anamaria de Moraes (Doutora em Comunicação/Ciência da Informação, ECO/UFRJ).

O público a que se destina: Designers, ergonomistas, arquitetos de informação, web designers, profissionais de informática, jornalistas, publicitários e áreas afins.

O programa do curso é bem abrangente, mas sempre focando realmente no aspecto da usabilidade e o ergodesign mesmo.

- Apresentação do Curso
- Ergonomia: Histórico e Perspectivas
- Abordagem Sistêmica
- Ergodesign: Interação Humano - Computador, Projeto Centrado no Usuário
- Perfil e Variabilidade de Usuários
- Ferramentas para Coleta de Dados: Questionários, Entrevistas, Escalas de Avaliação, Observação, Protocolos Verbais
- Design de Interação
- Arquitetura de Informação
- Técnicas de Arquitetura de Informação
- Design de Telas
- Prototipagem
- Análise da Tarefa
- Avaliação Heurística
- Avaliação Cooperativa
- Grupos de Foco
- Cenários e Personas
- Teste Formal de Usabilidade
- Pesquisa Experimental
- Gerência de Projeto em Ergodesign de Interfaces
- Perspectivas Em IHC
- Desenvolvimento do Projeto

Obs. A monografia ou o trabalho de conclusão é obrigatório para a conclusão do curso de Especialização.

As incrições poderão ser feitas até o dia 13/03/2009.

O investimento é alto ” O curso poderá ser pago em 14 parcelas de R$ 567,00, sendo a primeira no ato da matrícula e as restantes nos meses subseqüentes.” mas acredito que é um curso também de alto nível, com professores muito qualificados e empenhados em formar bons profissionais, além de ser em uma das grandes universidades do Brasil.

Ah! é interessante também lembrar que o curso pode ser pago através de financiamento da Caixa Econômica Federal.

Mais informações consultem esta página [aqui]

Publicado por Rodrigo Galvão | em: Antropometria, Cursos, Dissertações, Ergonomia, HCI, Notícias, Usabilidade | 0 Comentário
 

Fevereiro 12th, 2009  O Braille e a Reforma ortográfica

A reforma ortográfica, que tanto ouvimos falar, está presente também na vida das pessoas com deficiência visual. Pois, é, O Braille também tem que passar a ser escrito seguindo as novas regras do português.

Mas, e por que não seria?

Vamos lá.

Na prática, “o Braile” é caracterizado por seis salientes pontinhos, de onde é possível se fazer 63 combinações, atingindo letras com ou sem acentos, algarismos, sinais algébricos e notas musicais. L. Braille, que era cego desde os três anos, faleceu em 1852, vítima de tuberculose, mas sua técnica se espalhou pelo mundo, tornando a vida de milhares de cegos totalmente funcional, afastando dos mesmos quaisquer resquícios de imobilidade intelectual. Estima-se que um cego consiga ler duzentas palavras por minuto, utilizando o Braile.

Fonte figura: PharmaBraille

Então, para se criar um texto em Braille o escritor terá que colocar palavra por palavra, incluindo pontuação, acentuação entre otras cositas más da nossa língua. Com isso, é de grande que se produza textos em Braille obedecendo todas (ou a maioria) (d)as regras da língua portuguesa, e agora essa atenção deverá ser redobrada, tentando acompanhar a reforma ortográfica.

Mais informações sobre produção textual em Braille [aqui]

Via: Correio de Sergipe

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