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Agosto 13th, 2008  Questionário - QUIS

O Questionnaire for User Interface Satisfaction – QUIS é um Questionário para medir a satisfação do usuário quanto a usabilidade do produto, de maneira padronizada, segura e válida.

Desenvolvido nos Estados Unidos, o QUIS pode ser encontrado em duas versões: uma em papel – com 70 questões – e outra em formato eletrônico, para computadores – com 27 questões. Em ambas, o usuário é solicitado a opinar, atribuindo “notas” em uma escala que varia de 1 (grau muito baixo) e 9 (grau mais alto) ou ainda N/A (não aplicável).

De acordo com Cláudia Dias (2003) [com nova edição de 2007 – Usabilidade na Web: criando portais mais acessíveis] O questionário abrange aspectos da interface, como legibilidade de caracteres, leiaute das telas, significado dos ícones, seqüência apropriada de apresentação das telas na realização de tarefas e terminologia adequada.

Para se adquirir o questionário o usuário interessado deverá obter a licença, que tem o seu valor variando de acordo com cada categoria, como por exemplo, estudantes, licença comercial e outros.

Além dessas informações encontrei uma apresentação elaborada por Eduardo Oliveira e Leosvaldo Jorge, que apresenta um pouco do histórico do QUIS, sua estrutura, e algumas vantagens. A apresentação está organizada da seguinte forma:

Objetivo
Apresentar o QUIS (Questionnaire for User Interface Satisfaction)
– O que é o QUIS?
– Histórico;
– Estrutura;
– Vantagens;
– Software;
– Exemplo – Quem usou;
– Exemplo – Perguntas;

É importante mostrar a estrutura do questionário

Estrutura:

* Hierarquicamente organizado em 7 fatores referentes a interface:

– Fatores relacionados às telas;
– Terminologia e retorno do sistema;
– Fatores relacionados ao aprendizado;
– Capacidade do sistema;
– Manuais técnicos;
– Tutoriais on-line;
– Multimídia;
– Reconhecimento de Voz;
– Ambientes virtuais;
– Acesso à Internet;
– Instalação do Software.

* Cada área mensura a satisfação do usuário com a interface, no qual é medido em uma escala de 9.

É apenas mais uma ferramenta.

Publicado por Rodrigo Galvão | em: Ergonomia, Usabilidade | 0 Comentário
 
 

Agosto 11th, 2008  Sistemas de trabalho em turnos

quero aprestar aqui uma boa dissertação sobre Sistemas de trabalho em turnos e seus impactos sobre a saúde dos trabalhadores: uma abordagem ergonômica de autoria de Marcelo Pereira da Silva.

Trata-se de um trabalho desenvolvido no Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção da UFRGS, bem recente, agora de 2008 e aborda a implicação dos trabalhos em turnos nos trabalhadores de 2 empresas no Rio Grande do Sul. Na realidade uma empresa presta serviços na outra, mas a avaliação foi feita separadamente.

Vejamos o resumo:

A preocupação com a organização do trabalho vem se modificando nos últimos anos. O enfoque, anteriormente voltado ao volume de produção, hoje coloca os problemas de tolerância entre o trabalhador e a organização do trabalho no centro das atenções. Isso é evidenciado pelo número crescente de pesquisas sobre o assunto aplicadas em diferentes setores industriais. Nesse contexto, a necessidade de funcionamento contínuo das empresas traz consigo uma forma de organização com certas características, que podem gerar problemas de adaptação entre os horários de trabalho e as necessidades psicofisiológicas dos trabalhadores. A abordagem metodológica desenvolvida neste trabalho foi aplicada em duas empresas da indústria petroquímica para avaliar o reflexo de diferentes tipos de sistemas de trabalho em turnos sobre os trabalhadores. A avaliação foi realizada através de entrevistas com gestores, da aplicação de questionário com os trabalhadores e observação direta de critérios relacionados à agenda de turnos, organização do trabalho e promoção de saúde e educação. Constatou-se que ambas as empresas possuem problemas relacionados ao trabalho em turnos e que o nível de comprometimento aparente dos trabalhadores expostos varia conforme tempo de trabalho, idade, preferência por determinado turno entre outros fatores. Baseado nesses aspectos e nas observações locais, foram indicadas melhorias específicas para cada caso, buscando a diminuição dos problemas referentes a cada situação de trabalho e de organização.

Essa dissertação gerou em mim uma curiosidade maior, por conta de uma experiência que tive trabalhando durante a noite na compensação de cheques no Banco do Brasil.

Entre 2000 e 2002 estagiava no horário das 21:00 às 02:00 da manhã. Claro, não pretendo comparar esse horário com os turnos de, por exemplo, 0:00 as 06:00. Pretendo simplesmente falar um pouco de experiência.

A equipe era formada por um gerente de bancada, funcionários e estagiários e o trabalho era extremamente simples, porém a atenção era indispensável, pois se tratava de cheques e o banco não admitia (admite) erros. Mas, dava pra fazer. Era todo dia a mesma coisa. Alguns dias mais, outros menos trabalho.

A questão é que eu estudava pela manhã, com as aulas começando às 8:00h (e 2 dias na semana às 7:30h). Moro na Av. Recife – Estância (Recife), e o meu local de trabalho era na Imbiribeira (Recife). lugares próximos, mas contra-mão e sem opções de ônibus - direto - no horário que a gente largava. Aqui em Recife passa o bacurau de 1 em 1 hora, e claro, é uma quantidade bastante reduzida de opções se comparando com as opções durante o dia.

Então ficava mais ou menos assim: largava geralmente 2:30, alguns dias mais cedo e outros mais tarde, como na segunda-feira, que a gente não saía do banco menos de 3:30 da manhã. Os ônibus como saiam dos seus terminais (no subúrbio e no Cais de Santa Rita, na cidade) de 1 em 1 hora, então, se largasse as 2:30 tinha que ficar esperando o ônibus, que sairia do terminal as 3 da madrugada e chegava no meu ponto por volta de 3:15 (madrugada = pouco trânsito), e que me levava em +/- 25 minutos até o Cais de Santa Rita, onde eu apanhava um outro ônibus as 4 horas, chegando em casa por volta de 4:40… Já houve dias em que eu dormi por lá e fui direto pra faculdade. Era tenso mas era bom!

Ótimo quando arrumava uma carona.

Boa experiência…

É complicado, a gente tem que lutar contra o sono e a fadiga, que muitas vezes é uma luta desigual. Além de iluminação inadequada, “barulho” (na sala das máquinas classificadoras, por exemplo)… . Por isso que a ergonomia está aí, para ajudar esses trabalhadores e tentar adequar o trabalho às características humanas.

Publicado por Rodrigo Galvão | em: Dissertações, Ergonomia, Uncategorized | 0 Comentário
 

Julho 28th, 2008  Calçada inacessível

Em uma viagem que fiz o ano passado à praia de Pipa-RN, tirei várias fotos naquele maravilhoso lugar, entre elas, algumas mostram algumas coisas não tão legais assim… Realmente ruins.

A praia é muito linda mostrando quanto a natureza foi generosa com ela. Mas, para que se possa circular pela cidade, é horrível, seja de carro ou fazendo uma caminhada, observando o comércio local.

Um exemplo está nesse post, sobre uma agência bancária - também em Pipa.

O trânsito em finais de semana no verão, fica caótico mesmo. São ruas mal sinalizadas, ruas estreitas, muitos carros disputando espaço com os pedestres… sabe o motivo???

Acessibilidade na calçada

Carros estacionados pertinho da “calçada” ruim…

Acessibilidade na calçada

Calçadas - de fato - inadequadas…

Eu não quero me deter ao acesso por parte das pessoas com deficiência - cadeirantes, por exemplo - falo das pessoas sem necessidades esepciais, ou mães com carrinhos de bebê, idosos…

Ruas estreitas + falta de sinalização - nas ruas + carros passando nos dois sentidos + calçadas praticamente inexistentes + necessidade do pedestre caminhar = caos no trânsito e comércio deixando de ganhar dinheiro, pois, os pedestres não têm calçadas para andar com tranquilidade e observar os produtos das lojas, prentando mais atenção aos carros - evitando acidentes - ou pulando os obstáculos das péssimas calçadas…

Então,

respeito com o pedestre (usuário) gera mais lucros;

Acessibilidade gera mais lucros;

ergonomia gera lucros

Publicado por Rodrigo Galvão | em: Acessibilidade, Ergonomia | 0 Comentário
 

Julho 14th, 2008  Usabilidade na Web

No site CriarWeb, que eu sempre acompanho, existe um manual de usabilidade na web com vários capítulos - 57 - compostos por textos simples e bem direcionados, então, decidi fazer um post exclusivo para o manual.

Usabilidade na web

Neste manual você poderá encontrar exemplos e comentários sobre usabilidade e interface na internet. A usabilidade são técnicas que ajudam aos seres humanos a realizar tarefas em ambientes gráficos de computador, no nosso caso, páginas web.

É importante mencionar que esse material não segue nenhum rigor acadêmico mas pode ajudar - muito - todos aqueles que trabalham com desenvolvimento web, sobretudo os que estão iniciando suas atividades no ramo. O interessante também é que cada capítulo pode ser lido de forma independente, ou seja, o usuário poderá acessar apenas aquele tópico que está buscando no momento sem qualquer prejuízo na leitura e compreensibilidade do manual ou assunto.

O manual poderá ser acessado através desse [link] diretamente do Criar Web, sendo possível navegar capítulo por capítulo, e, para os que preferem um único arquivo, poderá baixá-lo, para isso basta se cadastrar gratuitamente do site.

Vou colocar aqui um “sumário” do manual, que é a forma de navegação disponível no CriarWeb.

1.- Informações gerais
Vejamos primeiro algumas respostas a perguntas básicas sobre o que é a usabilidade, e para que serve.

2.- Elementos de um bom site
Aqui oferecemos um guia básico sobre os elementos que compõem um bom web site e como consegui-lo.

3.- Princípios gerais de usabilidade em web sites
Neste artigo trataremos alguns dos conceitos que deveriam ser levados em conta na hora de realizar um web site.

4.- O que é a Interação Pessoa-Computador
A interação Pessoa-Computador, é a disciplina que estuda o intercambio de informação entre as pessoas e os computadores. Seu objetivo é que este intercambio seja mais eficiente: minimize os erros, incremente a satisfação…

5.- Sobre buscadores internos
Neste artigo vamos comentar como planejar e criar um bom buscador interno para um site.

6.- Formulários
Oferecemos uma série dicas para criar formulários mais fáceis e agradáveis. Preencher um formulário não tem que ser um suplício para o visitante.

7.- Os usuários não são adivinhas
Neste artigo indicaremos quais elementos ajudam o usuário a navegar e quais não. Ademais, tentaremos indicar que elementos ajudam a predizer ao usuário seu destino ao clicar um link.

8.- Como escrever newsletters
Veremos uma série de conselhos sobre como construir um boletim de novidades de forma que cumpra perfeitamente seus objetivos.

9.- Coloque um link do meu site
É importante que as pessoas coloquem links a nossos sites, por isso, devemos facilitar as coisas e oferecer gráficos, códigos HTML, etc.

10.- Usabilidade para PDAs
Um guia para o correto design de websites acessíveis por PDAs. Por José Julio Ruiz.

11.- Reduza o peso de seu site
Páginas mais leves implicam mais páginas vistas. Alguns conselhos para reduzir o peso de seu site.

12.- Páginas fluidas
Sãs as que suas dimensões se adaptam ao tamanho do navegador. Quando usa-las e quando não.

13.- Como gravar vídeo para Internet
Como gravar vídeo para uma correta reprodução na internet. Pense somente em uma coisa: compressão.

14.- A página de erro
Os erros 404 de página não encontrada são muito típicos. Aprenda a trata-los, oferecer soluções e corrigi-los.

15.- O banner perfeito
Análise do uso de banners como ferramenta de comunicação. Conselhos para melhorá-los e mais documentação.

16.- Abrir diálogo com os visitantes
Neste artigo veremos o tema de arrecadar informação do usuário em nosso site. Como devemos ou não devemos fazer.

17.- Otimizar o formato das páginas web para imprimir
Conselhos para construir páginas que os usuários possam imprimir corretamente.

18.- Converter usuários em clientes
Não é um passo simples, mas nesse artigo oferecemos algumas pautas e raciocínios que podem ajudar muito para conseguir tornar produtivas suas visitas convertendo-as em clientes.

19.- Newsletters que servem para vender
Conselhos para criar Boletins que ajudem a vender. Desde a informação que devemos colocar como apresentação até as páginas do site onde devemos linkar.

20.- Coloque um buscador gratuito na sua web
Opções gratuitas para incorporar um buscador interno para seu sitio. Recomendação de Atomz.com

21.- Personalizar parâmetros - Usar links no lugar de combos.
Como oferecer ao usuário ferramentas que são fáceis de usar - Usar links ao invés de combos ao selecionar parâmetros de uma busca ou apresentação.

22.- Avaliar a usabilidade
Estudamos os métodos existentes para avaliar a usabilidade de uma página web. Avaliação automática, de acordo com diretrizes e com usuários.

23.- Vantagens e incovenientes do uso de frames
Vemos uma série de coisas boas e ruins derivadas do uso de janelas ou frames na hora de desenhar e utilizar um web site.

24.- Construindo páginas simples
A ciência da interação homem-máquina se desenvolveu muito nos últimos anos e podemos nos aproveitar dela em nossas páginas. Resumiremos em forma de conselhos.

25.- Folhas de estilo (CSS)
Guia básico e exemplos das Folhas de Estilo em Cascata apresentadas desde o âmbito da usabilidade.

26.- Aumentar o número de páginas vistas
Aumentar o número de páginas vistas é a chave para conseguir com que o usuário conheça melhor nosso site, veja mais conteúdo e aumente a confiança e a possibilidade de gerar negócio.

27.- Criar o momento
Artigo que explica as pautas a seguir para melhorar a produtividade, de modo que nosso site aproveite ao máximo os esforços que dedicamos. Detectar oportunidades, criar sensação de único e ter um planejamento de trabalho.

28.- Usando ícones no design de interfaces
Usabilidade relacionada com a utilização de ícones em nossas páginas web.

29.- Usability Biscates, S.A.
Recomendações para escolher uma consultoria para melhorar a usabilidade de nosso site.

30.- Livro de estilo
Algo sobre livros de estilo.

31.- Guia básico para PYMES
Ajudas para centrar os objetivos de uma página para uma empresa. Desde as razões pelas quais necessitamos uma página até conselhos uma vez que já tenhamos.

32.- Destruir 2 mitos do web design
Já é hora de enterrar 2 mitos do web design herdados de 1999. Nem tudo tem que estar em seus menus e usar corretamente diretórios.

33.- De que serve o critério quando todo mundo pode opinar?
Decisões tomadas com falta de critério costumam condenar nosso site a morrer ao menos que a sorte ou o acaso cruze nosso caminho. Como formar critério e aplica-lo.

34.- Use imagens agrupadas e não utilize ícones
Procure utilizar imagens agrupadas. Ocupam menos e demoram menos em baixar. Não use ícones. Exigem mais esforço para aprender e ninguém os entende.

35.- Apêndice I: Links interessantes
Links interessantes sobre usabilidade.

36.- Evitar as cores de fundo
Um fundo branco é o mais indicado, já que normalmente outras cores de fundo têm uma interpretação negativa por parte do usuário.

37.- Usabilidade ao milímetro
A usabilidade não é uma ciência exata, mas sim é uma arte de precisão. Uma pequena mudança, no texto de um vínculo, o contraste com o fundo ou o espaço branco ao redor de um elemento, pode marcar a diferença entre o sucesso e a mediocridade.

38.- O espaço na tela
Por norma, os conteúdos deveriam ocupar como mínimo um 50% em nossa web, pois é muito importante a quantidade de espaço destinada a este.

39.- PDF no Web. Entorpecendo ou melhorando a navegação?
A utilização dos arquivos PDF na internet é cada vez mais freqüente. Porém, que benefícios tem? Ou o quão inadequado é seu uso dentro de nossas páginas?

40.- MSN Music. Um pequeno problema de perspectiva
Criticar a Microsoft é fácil e por isso comentamos seu novo projeto de música. O problema… se alguém pensa em microsoft e internet, as 3 primeiras palavras que nos vêem à cabeça são vírus, lento, inseguro…

41.- A navegação impaciente dos usuários na Internet
Os usuários sabem que quanto maior número de sites vistos, maior probabilidade de encontrar o que buscam. Por isso, quando os usuários navegam mostram um comportamento muito impaciente, movendo-se rapidamente de um site a outro.

42.- Criando a retícula. Como organizar a informação
A retícula é a base visual para organizar a informação de uma página web. Uma base rígida ou fluida? Duas, três ou quatro colunas? Horizontal ou vertical? As respostas a estas perguntas são dadas pelo conteúdo que tivermos que manejar.

43.- Usabilidade e Retorno de Inversão em websites
Com o crescimento da Web, a Usabilidade foi tomando cada vez mais importância, basicamente porque joga um papel fundamental no ROI (Retorno de Inversão) em um website.

44.- É hora de pensar em 1024px?
Vantagens ou desvantagens de utilizar esta resolução em nossas páginas web.

45.- Fatores Determinantes no uso de Fontes
As fontes de letras cumprem um papel sumamente decisivo tanto no web design como no design impresso. Para usar acertadamente este recurso gráfico é necessário considerar alguns fatores que influem diretamente na percepção do usuário.

46.- Não se fala de usabilidade
Em alguns sites se comenta a idéia de que não é necessário falar de usabilidade para projetos web, que isso já está por padrão no pacote.

47.- Fazendo uma Web Acessível: o uso adequado das cores
Alguns aspectos para ter em conta para fazer uma web acessível através da cor.

48.- Aplicações Web: Usabilidade + Praticidade = Sucesso
Graças a novos conceitos de webdesign que se incorporaram nestes últimos anos, é possível ver sites que oferecem serviços simples, mas que conseguem captar ao público.

49.- Como conseguir web design de bom aspecto gráfico
O aspecto gráfico de um site tem um papel muito importante. Fala-se muito na web desta importância e de como se devem construir tecnicamente os sites, entretanto se fala pouco sobre como conseguir aspectos gráficos profissionais ou designs “atraentes

50.- Usabilidade e acessibilidade: Conceitos muito diferentes
Veremos as principais diferenças entre estes dois conceitos no modo de entendê-los e aplicá-los facilmente.

51.- Quando colocar um botão, quando colocar um link
Este artigo se encaixa dentro do “ABC” da usabilidade, porém vale a pena lembrar algumas regras simples para saber quando colocar um botão do sistema e quando colocar um link.

52.- Redação para websites
A norma básica para escrever bem textos para a web é muito simples: ter em conta que estamos em suportes diferentes, tela versus papel e, portanto, devemos utilizar novas estratégias na hora de escrever o conteúdo para um website.

53.- O usuário intermediário ontem e hoje
À medida que mais e mais gente usa computadores pessoais e navega pela Internet, aumenta a tendência a considerar o PC, e a seus programas, como uma ferramenta mais.

54.- Arquitetura de informação
Ações preliminares antes de planificar uma página web.

55.- Escreva títulos curtos
Mantenha seus títulos curtos.

56.- Desenhar para dispositivos móveis
Pautas que aconselham como realizar páginas web aptas para dispositivos móveis.

57.- Normas para maximizar a usabilidade de um site
Um decálogo de usabilidade e alguns links interessantes.

Publicado por Rodrigo Galvão | em: Ergonomia, HCI, Usabilidade | 0 Comentário
 

Julho 9th, 2008  Obras paradas no Dona Lindu

O Ministério do Trabalho interdita obras de construção do parque Dona Lindu, em Boa Viagem. O maior problema, para a impressa, foi a alimentação estragada que os trabalhadores consumiram, mas, não menos importante - talvez até mais - a falta de Equipamentos necessários para o desenvolvimento das atividades. A segurança do trabalho deve sim ser muito respeitada, porém, parece que os envolvidos na construção não sabem o que é EPI, o equipamento de proteção individual.

É impressionante que realmente a Prefeitura do Recife não tem sorte com essa obra, mas também tem culpa no cartório, pois é inadmissível que essa licitação (deve ter havido, claro!) tenha sido feita “nas coxas”.

Segue uma notícia direto do blog do Jamildo:

A Prefeitura do Recife realmente não dá sorte com o parque Dona Lindu, que pretende construir em Boa Viagem.

Depois de enfrentar uma guerra de liminares na justiça, que prejudicou o cronograma do projeto, agora a PCR vê as obras serem suspensas por conta da alimentação fornecida aos operários e de problemas com a segurança do trabalho.

Na manhã desta quarta (9), em reunião no local com representantes das seis empreiteiras responsáveis pela construção e integrantes do Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores da Construção Civil, um auditor da Superientendência Regional do Trabalho - órgão ligado ao Ministério do Trabalho - definiu o embargo.

“Hoje os trabalhadores vão para casa e a empresa tem de pagar o dia parado deles porque nós não podemos arriscar a vida das pessoas dessa maneira”, disse Ducilene Morais, presidente do sindicato,em entrevista a Flávia Barros, da Rádio JC/ CBN. “Não pode colocar o pessoal para comer uma comida que não tem nenhum laudo técnico sobre o que provocou essa infecção intestinal”.

Segundo ela, pela conta do sindicato, 80 trabalhadores adoeceram após ingerir refeições estragadas nessa terça (8) . Na avaliação das empreiteiras, foram no máximo 20.

Ducilene Morais explicou ainda que o sindicato e o fiscal do Ministério do Trabalho aproveitaram a visita para fazer um levantamento geral em relação à segurança dos trabalhadores. Ela apontou, por exemplo, que apesar de haver cerca de 300 pessoas trabalhando no local, não existe médico nem enfermeiro para prestar primeiros socorros.

As obras no Parque Dona Lindu só poderão ser retomadas quando as empreiteiras conseguirem da Vigilância Sanitária do Estado parecer autorizando a empresa forcedora de alimentos a continuar entregando as refeições. Também é preciso sanar as irregularidades relativas à segurança.

“Tem coisa errada aqui. E essa coisa errada é que a gente vai ter de solucionar”, concluiu Dicilene Morais.

Espero que os responsáveis tomem vergonha e possam dar uma importância maior a obra assinada por Oscar Niemeyer.

Publicado por Rodrigo Galvão | em: Segurança | 0 Comentário
 

Julho 8th, 2008  História da Segurança no Trabalho

Um ótimo vídeo mostrando um pouco da história da segurança do trabalho. Com uma apresentação bem organziada os produtores abordaram a segurança de trabalho mais relacionada à higiene ocupacional.

Como a gente pode observar, o vídeo apresenta a evolução histórica - dos fatos - da segurança do trabalho | higiene ocupacional, não mostrando como surgiram, por exemplo, os EPI´s nem seu uso. Mas, não era esse o foco - acredito.

É bem interessante.

Publicado por Rodrigo Galvão | em: Segurança | 2 Comments published
 

Junho 30th, 2008  Antropometria na ergonomia

Está aqui um bom texto sobre a antropometria dentro da ergonomia.

Escrito pelo prof. Ciro Romelio Rodriguez Añez, o texto apresenta desde conceitos e definições da ergonomia, utilizando para isso autores como Itiro IIda e Hudson de Araújo Couto, até o próprio uso da antropometria dentro da ergonomia, passando, é claro, pela definição da antropologia.

Resumo

A ergonomia é definida como a adaptação do trabalho ao homem. Para a realização
dos seus objetivos, a ergonomia estuda uma diversidade de fatores relacionados com o
homem, a máquina, o ambiente, a informação, a organização, e as conseqüências do
trabalho na saúde do trabalhador. Uma característica da ergonomia é a sua
interdisciplinaridade, pois diversas área do conhecimento lhe dão sustentação, entre estas a
antropometria, ciência que trata das medidas físicas do corpo humano tem uma
importância especial, pois devido ao surgimento dos sistemas complexos de trabalho o
conhecimento das dimensões físicas do homem com exatidão, é muito importante. Uma
das aplicações das medidas antropométricas na ergonomia é no dimensionamento do
espaço de trabalho e no desenvolvimento de produtos industrializados como mobília,
automóveis, ferramentas, etc. Com o avanço da tecnologia haverá um aumento na precisão
e automatização das técnicas de medida para uma melhor definição do tamanho humano e
da mecânica do espaço de trabalho, roupas e equipamentos. Com o estabelecimento das
relações espaciais em coordenadas tridimensionais associando a engenharia, a biomecânica
e a antropometria, uma nova variedade de fenômenos podem vir a ser investigados como
procedimentos diagnósticos, a construção de próteses ou a simples confecção de uma
roupa.

Um bom texto que vale ser lido.

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Junho 23rd, 2008  arranjo ergonômico - no PC

Eis aqui uma forma alternativa de melhora de postura na frente do monitor do computador:

O dono do ambiente ou ou autor dessa obra teve a preocupação de elevar a autura do monitor parauma melhor postura e para isso ele utilizou uma caixa, talvez até mesmo aquelas de presentes, e deve ter conseguido atingir seu objetivo.

É bom observar também detalhes de materiais de trabalho bem proximos do seu campo de visão, tais como: óculos, pincel de quadro negro (e ao fundo o quadro negro), agenda e, bem no canto direito um papel que, possivelmente, estava usando como base para a sua atividade no computador.

Uma das dicas que o autor seguiu fiu aprecida com essa:

Publicado por Rodrigo Galvão | em: Ergonomia | 0 Comentário
 

Junho 10th, 2008  Sistema / método OWAS

O OWAS é um sistema prático para resgistro da postura que foiroposto por pesquisadores finlandeses - Karku, Kansi e Kurorinka, 1977. Consiste em registrar as posturas descrevendo-as segundo 72 posturas tipicas, que resultam de diferentes combinações das posições do dorso (4 posições típicas), braços (3 posições típicas) e pernas (7 posições típicas). E depois fazer uma avaliação das posturas segundo o desconforto.

A avaliação da postura pelo método OWAS classifica-se em:

- Classe 1 – Postura normal, dispensa cuidados, a não ser em casos excepcionais.
- Classe 2 – Postura que deve ser verificada na próxima revisão dos métodos de trabalho.
- Classe 3 – Postura que deve merecer atenção a curto prazo.
- Classe 4 – Postura que deve merecer atenção imediata.

Fontes: Antropologia e biomecânica
Ergonomia: projeto e produção - Itiro IIda

Veja também o WinOWAS

Publicado por Rodrigo Galvão | em: Ergonomia | 2 Comments published
 

Junho 7th, 2008  Máquina X teclado

Hoje, em uma aula que tivemos no curso de Ergonomia, um dos assuntos comentados foi a relação entre o uso de máquinas de escrever e teclados de computadores com as LER/DORT.

Com as novas teconologias também vão surgindo novos problemas, inslusive de saúde. A evolução teconológica nos proporciona uma melhor eficácia no desenvolvimento de muitas atividades e todos nós já estamos acostumados com isso. Porém, o avaço dessas tecnologias também vem acompanhado de problemas para saúde, algumas em relação a usabilidade de um determinado produto e também o tempo excessivo que se passa desempenhando esse trabalho.

Hoje em dia o uso de máquinas de escrever está cada vez mais reduzido. Sua função básica é apresentar, de forma impressa, informações que o usuário, através das teclas, queiram colocar no papel. Basicamente isso.

O teclado de um computador é um objeto por meio do qual o humano interage com a máquina através das mãos. Nesse caso, o teclado tem a função, não apenas de digitar texto, como ser usado para navegação através de teclas de atalhos, por exemplo.

Agora a pergunta: Por que na época das máquinas de escrever não havia tantos casos de LER/DORT como existe hoje com a utilização dos teclados dos computadores?

Então vamos aos argumentos…

Através de alguns estudos feitos pela pós-graduação em design do dDesign | UFPE, acerca dessa temática, é possível concluir que (algumas pequenas conclusões / argumentos):

* Na máquina: Na época, para se operar uma máquina dessas, eram oferecidos cursos de datilografia, assim os operadores aprendiam a utilizar todos os dedos da mão para escrever um texto, por exemplo.

* No teclado de PC: Hoje em dia não se tem mais uma cultura de digitação correta. Quem conseguir digitar rápido usando apenas 2 dedos de cada mão, é considerado um “bom digitador” para àquelas empresas que visam a produção. Usando poucos dedos, eles ficam muito sobrecarregados, enquanto os outros ficam acompanhando a movimentação - apenas.

* Na máquina: Quando se escreve um texto através da máquina, obrigatoriamente o operador faz pequenas, mas significativas, pausas, como por exemplo para subir um parágrafo e trocar a folha. Com isso havia uma mudança de atividade, dando um certo descanso em se tratando de esforço repetitivo.

* No teclado de PC: Quando se está operando um computador apra digitar um texto - e algumas outas atividades - o uso do teclado passa a ter, muitas vezes, uma função a mais, para conseguir fazer uma dada tarefa em um caminho alternativo, como as teclas de atalho (ctrl + a ; alt + tab). Se não houver um trabalho de conscientização para que se tenha pausas regulares em um intervalo de tempo, os operadores ficam horas e horas interagindo com a máquina e sem pausas, podendo causar uma grande fadiga nos tendões, além de outros prejuízos, como problemas de visão, que com a máquina não era muito frequente.

A gente vê que o teclado (a evolução tecnológica) nous trouxe também alguns problemas. Agora, os ergonomistas estão aí para tentar contribuir para que diminua a incidência de LER/DORT nos trabalhadores.

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Um outro ponto seria a diferença postural de uma pessoa que opera um computador e outra operando uma máquina de escrever….Bem diferente, não é!

Publicado por Rodrigo Galvão | em: Ergonomia, HCI, Usabilidade | 2 Comments published