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Open Access para professores

Posted October 4th, 2006 in Literacia and tagged , by ExtraLibris

OPEN ACCESS PARA PROFESSORES

por Dorothea Salo, bibliotecária dos serviços de repositório digital da George Mason University

O movimento do open access [acesso aberto] para a literatura acadêmica e de pesquisa emergiu como uma resposta para o enorme e insustentável aumento nos preços dos periódicos e pacotes de periódicos para as bibliotecas acadêmicas. Quando a internet tornou possível a disseminação da informação a um custo quase zero (além do custo de abrigar a informação em primeiro plano), tanto os pesquisadores como os bibliotecários começaram a questionar a necessidade das barreiras de custo para acesso.

Educadores que não são propriamente pesquisadores ou bibliotecários, não têm atuado ativamente no movimento de open access ou os debates que o envolvem. Acesso dos países de terceiro mundo à pesquisa, fatores maiores de impacto, disseminação mais rápida da pesquisa, minimizar o problema de orçamentos de bibliotecas excessivamente reduzidos enquanto se restaura as decisões sobre seleção aos bibliotecários – tudo isso preocupa pesquisadores e as bibliotecas de pesquisa que utilizam. As instituições que tem como foco principal a educação podem esperar pouca mudança nesse aspecto. Ou será que não?

O que é open access?

A definição precisa do open access requer um certo debate. Para o contexto desse artigo, a definição do Budapeste Open Access Initiative (BOAI)¹ se enquadra: “Por ‘open access’ para essa literatura (acadêmica e de pesquisa), nós compreendemos sua livre disponibilidade na internet pública, permitindo a qualquer usuário ler, fazer download, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou criar links para os textos completos desses artigos, vasculhar para fins de indexação, transferi-los como dados para softwares ou utiliza-los para qualquer outro propósito legal, sem barreiras financeiras, legais ou técnicas, além daquelas inseparáveis que garantem o próprio acesso à internet. A única limitação sobre a reprodução e distribuição, e o único papel dos direitos autorais nesse domínio, deve ser a concessão aos autores do controle sobre a integridade de sua obra e o direito de ser devidamente reconhecido e citado.”

A declaração do BOAI também menciona que “A literatura que deve ser de acesso livre online é aquela que os acadêmicos entregam ao mundo sem a expectativa de pagamento.” Na prática, isso se estende aos periódicos. A maioria das publicações em livros, incluindo os livros didáticos, não possuem a proteção do open access, já que os autores normalmente recebem pagamento por seu trabalho.

Os pesquisadores fornecem open access ao seu trabalho de duas maneiras principais: publicando em periódicos open access ou arquivando seus trabalhos em “repositórios digitais” mantidos pela instituição do pesquisador (“repositórios institucionais” como o projeto MARS da George Manson University)², por um consórcio de instituições (como o consórcio Aladin Research Commons da Washington Research Library)³ ou por alguma iniciativa interessada em coletar trabalhos de uma disciplina específica (“repositórios disciplinares”, como o arXiv)[4].

O open access serve apenas para pesquisa?

Educadores e pesquisadores estão descobrindo que a internet permite que eles compartilhem informação facilmente com alunos e colegas. A maior parte desse compartilhamento é efêmera, durando um semestre ou menos; programas educacionais [courseware] como o Blackboard e o WebCT preenchem o nicho de softwares para armazenamento de materiais de instrução para turmas específicas.

Lentamente, a mesma arquitetura de livre compartilhamento que os pesquisadores estão descobrindo e que os documentos do BOAI asseguram, está também se aplicando à educação. Não apenas os educadores desejam reutilizar materiais de turmas para turmas (o que os softwares de gerenciamento de curso tornam desnecessariamente difícil), eles querem compartilhar o material com colegas e torna-lo facilmente recuperável no caos da www.

Os mesmos repositórios institucionais que aceitam os produtos de pesquisa normalmente também aceitam os “objetos de aprendizagem”, apesar de este tipo de material possuir seus próprios padrões de metadados [5] e geralmente seus repositórios específicos [6]. Mesmo assim, os educadores sem acesso a um repositório específico de objetos de aprendizagem podem e devem investigar repositórios criados para seus colegas pesquisadores.

Objetos públicos de aprendizagem

Algumas universidades estão fazendo um grande esforço para tornar público seus objetos de aprendizagem. Esse movimento começou como a iniciativa Open CourseWare do MIT [7] em 1999 [8]; a mais recente adesão é o UK Open University, que acaba de anunciar sua proposta de tornar “uma seleção de seus objetos de aprendizagem” pública e livremente disponível [9]. Alguns abraçaram a oportunidade de oferecer materiais educacionais de alta qualidade para aprendizes/alunos que não poderiam alcançá-los de outra maneira; outros temem que a livre disponibilidade de materiais de curso levaria à desprofissionalização da educação em sala de aula, em favor de um trabalho impessoal, como uma espécie de biblioteca sem serviço de referência.

A verdade recai em algum lugar nesse meio. Educação a distância tem de fato levantado um desafio na tutelagem de uma turma interativa; entretanto, educadores e alunos compreendem que o contato promovido entre professor e aluno em sala de aula possui vantagens difíceis de serem superadas no ambiente virtual. Objetos de aprendizagem propriamente provaram ser substancialmente inadequados como substitutos de interatividade (seja face a face ou virtual). Na verdade, open access para objetos de aprendizagem é uma ajuda imediata para outros educadores mais do que para aprendizes, circulando propostas inovadoras e materiais novos mais rápida e eficientemente do que jamais foi possível. Ainda, educadores individuais podem alavancar suas carreiras quando um objeto de aprendizagem que eles criaram é amplamente adotado, mais do que o avanço dos pesquisadores quando seus artigos são citados.

Livros didáticos open access

O preço dos livros didáticos universitário cresceu em níveis impressionantes – nem tanto quanto os periódicos científicos, mas quase. Ciclos rápidos de republicação e caros adicionais (normalmente digitais) como CD-ROMs contribuem para o aumento dos preços. Os estudantes já prejudicados pelo aumento nas taxas universitárias e a diminuição do suporte governamental para educação reclamam ainda mais dos gastos adicionais para aquisição de livros. Os governantes começaram a perceber: a assembléia do estado da Virginia aprovou um decreto direcionado à redução dos custos dos livros didáticos para alunos de educação superior.[10]

O modelo econômico para os livros didáticos, entretanto, difere significativamente dos periódicos científicos. Os autores de livros didáticos são pagos, e normalmente conseguem pouco prestígio por isso, sem mesmo a garantia de aumentos ou promoções. Os livros didáticos são também muito mais caros de se produzir do que um periódico típico, parcialmente por conta dos altos padrões de qualidade na produção (por exemplo, impressão em quatro cores, tipologia estilizada). O mais saliente – e geralmente ocultado – custo, entretanto, se sustenta num clima muito mais agressivo de obstrução autoral. Um autor de artigo precisa apenas citar os recursos que utilizou; um editor de livro didático precisa listá-los, encontrar seus proprietários, negociar royalties e então pagar esses royalties antes mesmo de o livro ser impresso.

Editores podem garantir uma redução no custo se eles utilizarem materiais de pesquisa open-access. O volume de material que eles desejam utilizar, entretanto, não é, e é improvável que se torne open access; mesmo instituições de caráter cultural como museus, agora cobram os editores de livros didáticos para publicar imagens de seu material, alegando que se trata de um “uso comercial”. Solicitar os autores que abram mão dos royalties dos livros didáticos pelo bem dos alunos é outra tática improvável de se concretizar.

Ainda assim, os estudantes não acolheram de braços abertos os livros didáticos eletrônicos, mesmo quando estes livros são disponibilizados a custos menores do que em papel. Muitas das utilidades que os estudantes associam com os livros didáticos – notas, marcações, revenda – são difíceis ou impossíveis com os e-books [11]. Então os argumentos padrões para o open access na área da pesquisa simplesmente não conseguem afetar os livros-texto.

Mesmo assim, alguns editores estão experimentando novos modelos de negócios, oferecendo acesso grátis (apesar de nem sempre grátis) de e-books didáticos para aprendizes. Campos pequenos ou especializados demais para fornecer incentivo econômico suficiente para livros didáticos convencionalmente publicados representam uma frente para tais experimentos. Um exemplo é o Amadeo Challenge [12], que convida físicos e pesquisadores médicos para publicar livros didáticos open-access em suas áreas, com uma ênfase especial em especialidades pequenas e menos servidas.

Outro notável experimento é a Freeload Press [13], cujo leve e convidativo site oferece livros didáticos de negócios e contabilidade grátis para aprendizes, que fazem o download da versão eletrônica, e com significante redução de custos para aqueles que preferem papel. A Freeload Press paga seus gastos através de propagandas (assim como, devemos lembrar, alguns periódicos fazem, tanto livres como pagos).

O futuro dos livros didáticos open-access é obscuro, mas merece atenção. Open Access para a pesquisa tem sido lenta para emplacar porque os pesquisadores (graças aos esforços de suas bibliotecas) permanecem insistentes em desconhecer os problemas de custo das bases de dados de periódicos e artigos. Os estudantes não estão sob estas ilusões, e por essa razão estão se rebelando contra o aumento de preços mas rapidamente e ativamente.

Quais problemas o open access pode solucionar para os educadores?

Se o open access for amplamente adotado para a pesquisa de artigos e objetos de aprendizagem, ele permitirá que os educadores conectem seus aprendizes – todos os seus aprendizes – com a melhor e mais atualizada pesquisa e técnicas de ensino disponíveis no campo. Será que isso já justificaria um suporte entusiástico dos educadores?

E-reserves

Sistemas de reserva eletrônica, onde uma biblioteca escaneia um artigo ou capítulo de livro e coloca o objeto convenientemente online para o uso exclusivo de uma classe particular, tem se tornado merecidamente populares entre educadores e alunos. As reservas impressas têm se reduzido a quase zero em favor das e – reserves (reservas eletrônicas), e as bibliotecas acadêmicas estão adquirindo scanners em altos números para dar conta do novo volume de trabalho.

As e – reserves são possivelmente legais por causa das ocasionalmente vagas provisões no código de direitos autorais americano, muito complexo para ser explicado concisamente [14]. Tentativas de se criar padrões para a utilização adequada das e – reserves tem falhado [15], deixando as bibliotecas a lidar com o campo minado da melhor maneira que puderem. Suficiente dizer que alguns educadores que se apaixonaram com a simplicidade, maior alcance e conveniência das e-reserves estão descobrindo que eles precisam parar de utilizar artigos “imaculados” que têm indicado por anos porque o uso continuado acarretará pagamento de royalties. Obviamente, se o artigo em questão fosse open-access, esse problema simplesmente não teria surgido.

Ainda, uma inusitada situação surgiu em maio de 2005 na Universidade da Califórnia em San Diego [16]. A Association for American Publishers (AAP) escreveu para os diretores da universidade demandando que a biblioteca tomasse “providencial ação para investigar e eliminar a reprodução, disponibilização e distribuição ilegal de trabalhos com direitos sobre cópia” como parte de seu sistema de reservas eletrônicas.

A biblioteca replicou que seu sistema continha suficiente supervisão para assegurar que suas e-reserves estão de acordo com leis de direitos autorais aplicáveis.

Claramente os editores estão preocupados com o impacto das e-reserves em seus royalties, da mesma maneira como se preocuparam sobre as apostilas fotocopiadas nos anos de 1990. Um processo bem sucedido contra Kinko [17] e outros fornecedores [18] de programas de curso poderia destruir os programas de e-reserves das bibliotecas. Apesar do tumulto inicial e a atenção que outras cartas geraram, a AAP não tomou mais nenhuma ação. Por que não?

Se de repente o corpo de pesquisadores achar que os programas populares de e-reserves estão em apuros, esse corpo imenso pode migrar por completo para o open access para preservar a fácil disponibilidade online para os alunos. Com a ampliação da noção do open access como sendo potencialmente um maior perigo estratégico para os modelos de negócios de periódicos com acesso pago, do que as e-reserves controladas por bibliotecas, os editores podem ser relutantes em iniciar procedimentos legais. Novamente, educadores devem monitorar esse situação cuidadosamente, e promover o open access sempre que possível como uma defesa contra as perdas dos sistemas de e-reserves.

Educação à distância

O crescimento e recente popularidade de educação à distância, particularmente entre aprendizes adultos têm criado desafios significantes para bibliotecas acadêmicas. Os alunos de cursos a distância podem não ter tempo ou estar muito distantes para utilizar as bibliotecas físicas da instituição; alguns até encontram dificuldades em adquirir autorização para utilizar os recursos eletrônicos (como periódicos eletrônicos e bases de artigos) que suas instituições pagaram para ter acesso.

Open acess para pesquisa e objetos de aprendizegem ajuda a resolver ambos os problemas. Os alunos não precisam viajar para uma biblioteca física ou possuir qualquer prova particular de afiliação para usar materiais open-access. Isso resolve considerável sobrecarga e ansiedade sobre estudantes, educador e também bibliotecários.

Como educadores encontram materiais open access?

Até que o open access se torne uma prática comum e aceita na comunicação acadêmica, tomar o lugar de outras formas de acesso será um tiro no escuro, na melhor das hipóteses. Exceto em pouquíssimos e sortudos campos, apenas uma pequena porcentagem de material de pesquisa é open-access, e apenas os mais recentes.

Ainda assim, lugares úteis para iniciar, incluem:

•OAIster (pronunciado “oyster” [ostra]), uma máquina de busca para repositórios digitais:

http://oaister.umdl.umich.edu/

• Directory of Open Access Journals [Diretório de Periódicos Open Access]: http://www.doaj.org/

• OpenDOAR, the Directory of Open Access Repositories [Diretório de Repositórios Open Access]:

http://www.opendoar.org/

• CiteSeer, http://citeseer.ist.psu.edu/

• Multimedia Educational Resource for Online Learning and Teaching (Merlot) [Recurso Educacional Multimídia para aprendizagem e ensino online], http://www.merlot.org/

• eduSource Canada, http://www.edusource.ca/

• Google Scholar, que busca por repositórios digitais para fazer seus conteúdos parte de seu próprio índice: http://scholar.google.com/

Quando se pesquisa por itens conhecidos específicos, e os recusos acima não os localiza ainda que o autor esteja vivo, a pesquisa pelo site do autor (ou pelo departamento, unidade de pesquisa, instituição a qual o autor era afiliado) pode ser útil. Alguns pesquisadores arquivam seus trabalhos por conta própria, ao invés de participar dos repositórios digitais; isso normalmente torna os materiais difíceis de encontrar, e difíceis de distinguir de materiais não-didáticos presentes na Web. Ainda, materiais contidos em um website e não em um repositório pode e acabam desaparecendo sem alerta ou recuperação.

Como os educadores podem tornar mais materiais open access?

Publicando pesquisa ou não, você pode ajudar a tornar mais materiais open access:

• Encorajar colegas e universidades a abrir repositórios institucionais. Geralmente esses esforços são liderados pelas bibliotecas acadêmicas; contate bibliotecários para discutir o planejamento. Não hesite em abrir um pequeno repositório para sua própria instituição ou departamento; os requisitos de hardware/software são mínimos.

• Eduque seus colegas sobre open access. Estatísticas atuais indicam que a popularidade ainda é baixa, e a má compreensão sobre os sistemas é crescente. Pontos de partida úteis incluem o Open Access Overview, de Peter Súber (http://www.earlham.edu/~peters/fos/overview.htm) e o site do Create Change (http://www.createchange.org/)

• Encoraje seus colegas a tornar seus materiais open access, seja publicando em periódicos open access ou arquivando materiais em repositórios digitais.

• Peça ao seu departamento e sua instituição para fazer petições formais em favor do open access [19].

• Ao invés de colocar suas pesquisas em e-reserves para os alunos, faça você mesmo o arquivamento. Isso garantirá acesso continuado a você mesmo e seus alunos, aumentando o alcance e impacto de citação de seu trabalho e beneficiando outros pesquisadores, educadores e aprendizes ao redor do mundo.

• Agrupe suas lições, apostilas, e materiais de aprendizagem como objetos de aprendizagem e deposite-os em repositórios.

• Ao invés de colocar um artigo em e-reserve, contato autores e peça que o arquivo seja auto-arquivado.

Conclusão

Open access não pode ser relegado à pesquisadores e bibliotecários; educadores e aprendizes geralmente perdem mais quando os resultados de pesquisa e técnicas de ensino são trancadas atrás de firewall de acesso pago. Tendências no acesso à informação e técnicas educacionais continuam a seguir em direção ao acesso online dos materiais; open access assegura que o acesso online permaneça conveniente, barato para educadores e alunos, e viável em longo prazo.

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Notas

1. Budapest Open Access Initiative. http://www.soros.org/openaccess/read.shtml
2. Mason Archival Repository Service. http://mars.gmu.edu/
3. Aladin Research Commons. http://aladinrc.wrlc.org/
4. ArCiv. http://arxiv.org/
5. IEEE Learning Standards Committee. Learning Object Metadata. http://ltsc.ieee.org/wg12/
6. Uma lista de Repositórios de Objetos de Aprendizagem pode ser encontrada em

http://elearning.utsa.edu/guides/LO-repositories.htm.

7. MIT Open CourseWare. http://ocw.mit.edu/
8. MIT Open CourseWare. “Our Story.” http://ocw.mit.edu/OcwWeb/Global/AboutOCW/our-story.htm
9. Open University. “OU anuncia projeto de £5.6m para tornar material de aprendizagem livre na Internet.” http://www3.open.ac.uk/media/fullstory.aspx?id=8573.
10. Helderman, Rosalind S. “Va. Assembly Passes Bill to Cut College Textbook Costs.”
Washington Post, 8 March 2006. http://www.washingtonpost.com/wpdyn/
content/article/2006/03/08/AR2006030802182.html
11. Associated Press. “Trying to Crack the E-Book.” Published in the Washington Post
Express February 21, 2006.
12. Amedeo Challenge. http://amedeochallenge.org/
13. Freeload Press. http://www.freeloadpress.com/
14. O melhor tratado de assuntos legais que cercam e-reserves que encontrei até agora é um volume condensado intitulado Legal Solutions in Electronic Reserves and the Electronic Delivery of
Interlibrary Loan de Janet Brennan Croft, The Haworth Information Press, 2004. (Also
volume 14 number 3 of the Journal of Interlibrary Loan, Document Delivery, & Information
Supply.)
15. Veja “CONFU: The Conference on Fair Use” em
http://www.utsystem.edu/ogc/INTELLECTUALPROPERTY/confu.htm ou a página da
Association for Research Libraries CONFU em

http://www.arl.org/info/frn/copy/confu.html.

16. Albanese, Andrew. “Battle Brews over E-Reserves.” Library Journal 130(9), May 15
2005. http://libraryjournal.com/article/CA601047.html
17. Basic Books, Inc. v. Kinko’s Graphics Corporation, 758 F. Supp. 1522 (SDNY 1991).
18. Por exemplo, Princeton University Press v. MDS Services, Inc., 1996 FED App.
0357P (6th Cir.).
19. Um bom exemplo da afirmativa do corpo é o Cornell University’s Resolution
Concerning Scholarly Publishing, http://www.library.cornell.edu/scholarlycomm/resolution.html. Peter
Suber fornece links para mais ações em http://www.earlham.edu/~peters/fos/lists.htm#actions.

Artigo original em inglês disponível em HigherEd BlogCon

Traduzido e publicado com autorização da autora
Translated and published with permission of the author

Tradução de Moreno Barros

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