A Internet é uma vasta coleção de informação escondida em mais de 2 bilhões de páginas. Mas o volume crescente de conteúdo torna difícil encontrar informações pertinentes a um assunto desejado. Pesquisar na internet é como procurar uma agulha em uma palheiro. As máquinas de buscas surgiram, para auxílio. Esse texto apresenta uma série de técnicas avançadas utilizáveis na maior das máquinas de busca, o Google.
Esse texto apresenta uma série de técnicas utilizáveis na maior das máquinas de busca, o Google. Entretanto, ainda que exista um domínio do Google para pesquisas em páginas exclusivamente em português e brasileiras, as principais funcionalidades e aplicações ainda não foram incorporadas na versão google.com.br
Assim, o texto torna-se útil principalmente para aqueles que já estão familiarizados com a utilização da máquina e seus padrões originais, no google.com (sem ponto bê érre).
O Google se uniu as Universidades de Michigan, Harvard, Stanford, a Biblioteca Pública de Nova York e a Universidade de Oxford. Vai escanear e indexar as coleções de suas bibliotecas. Uma máquina de busca para livros será revolucionária em seus benefícios. Obscuridade é uma ameaça para os autores maior do que o infringimento das leis autorais, ou mesmo pirataria. Apontando para um imenso volume de obras impressas online, Google oferecerá um meio de promover livros que os editores descartaram, criando uma oportunidade para os leitores encontrá-los e comprá-los
Esta atitude séria e curiosa na procura de compreender as coisas e os fatos caracteriza o ato de estudar. Um texto para ser lido é um texto para ser estudado. Um texto para ser estudado é um texto para ser interpretado. Não podemos interpretar um texto se o lemos sem atenção, sem curiosidade; se desistimos [...]
Contra tudo isso se coloca a posição crítico-democrática da biblioteca popular. Da mesma maneira como, deste ponto de vista, a alfabetização de adultos e a pós-alfabetização implicam esforços no sentido de uma correta compreensão do que é a palavra escrita, a linguagem, as suas relações com o contexto de quem fala e de quem lê [...]
Creio que muito de nossa insistência, enquanto professoras e professores, em que os estudantes “leiam”, num semestre, um sem-número de capítulos de livros, reside na compreensão errônea que às vezes temos do ato de ler. Em minha andarilhagem pelo mundo, não foram poucas as vezes em que jovens estudantes me falaram de sua luta às [...]
Os usuários, na web, não lêem ou, pelo menos, não fazem da mesma forma seqüencial que quando têm entre as mãos uma revista, um livro, um artigo ou uma revista em quadrinhos. Os usuários têm necessidades e objetivos, metas que alcançar, e sabem que a forma de conseguir determinadas metas não costuma ser dedicando muito tempo a cada “nodo web” que visitam, lendo do princípio ao fim seus conteúdos e links. Saiba como técnicas de interface podem auxiliar a navegação do usuário na web.
Apesar de que o surgimento da Word Wide Web, e seu posterior crescimento exponencial, realizou uma mudança radical em relação à facilidade de difusão e disponibilidade da informação, as limitações e o mau uso por parte dos desenhistas das tecnologias dominantes de publicação web estão dando lugar a situações de impossibilidade de acesso a informação por parte daqueles usuários com deficiência. Esse texto apresenta a definição de acessibilidade, discutindo limitações que dificultam a acessibilidade de conteúdos.
Por que um movimento de livros? Porque ler é bom para a mente: requer do indivíduo adquirir habilidades intelectuais básicas; a arte da leitura; a arte de falar sobre o que é lido; a arte de pensar sobre o que é lido e discutido. Além disso, a leitura de livros aumenta a oportunidade para a mente ganhar introspecção, discernimento e sabedoria. Ler e discutir sobre o que é lido, fornece condições propícias para a aquisição dessas qualidades mentais favoráveis. E por que grandes livros? Porque grandeza significa excelência - os maiores e melhores materiais que a mente humana pode explorar para que obtenha introspecção, discernimento e sabedoria.
Este texto apresenta o conceito de usabilidade. Usabilidade está diretamente ligada ao diálogo na interface e é a capacidade do software em permitir que o usuário alcance suas metas de interação com o sistema. Ser de fácil aprendizagem, permitir utilização eficiente e apresentar poucos erros são os aspectos fundamentais para a percepção da boa usabilidade por parte do usuário. A efetividade permite que o usuário alcance os objetivos iniciais de interação e é avaliada em termos de finalização de uma tarefa e também em termos de qualidade do resultado obtido.
Quem foi Paul Otlet? Otlet imaginava um dia em que os usuários distantes poderiam acessar a base de dados, através de um "telescópio elétrico" conectado a uma linha telefônica, recuperando uma imagem fac-símile para ser projetada em uma tela plana remota. A visão de Otlet sugere um cosmo intelectual iluminado tanto pela classificação objetiva, como pela influência direta dos leitores e escritores: um sistema simultaneamente ordenado e auto-organizado, e infinitamente re-configurável pelo leitor individual ou escritor.
Nada é mais prático do que uma boa teoria. Uma afirmação banal, considerando que uma teoria deve sempre permitir aos seus usuários fácil dedução das afirmativas que eles precisam para a prática. Mas uma teoria para catálogos e catalogação? Isso é realmente necessário? Uma questão que qualquer pessoa perguntaria, que nunca foi confrontada com importância nem considerada com qualquer seriedade. Utilizando máquinas de busca na internet, e sabendo que sua operacionalidade é completamente automatizada, pessoas tendem a enxergar com ceticismo todo o esforço prático e teórico investido nos catálogos. Qualquer boa máquina de busca tem de ser baseada em uma boa teoria – apesar de que essa possa ser bem diferente de uma teoria de catálogo.
GAMETECAS: propostas para utilização dos jogos eletrônicos como material de informação.
por Gustavo Henn
1. Are you ready? Press start.
Talvez quando foram criados, ainda na década de 60, os jogos eletrônicos fossem encarados apenas como um passatempo moderno, uma diversão efêmera para crianças e desocupados. Entretanto, quatro décadas depois, os games se transformaram em uma das indústrias [...]
Novas tecnologias de comunicação e informação sugerem que o escopo das leis de Ranganathan podem ser estendidas apropriadamente a Web. As 'Cinco Leis da Web' são inspiradas nas 'Cinco Leis da Biblioteconomia' que foram as sementes para toda a prática de Ranganathan. A Web existe para auxiliar seus usuários a alcançar sucesso através do fornecimento de informação em suporte com a comunidade mundial. Essa nova versão revista das leis de Ranganathan nos dá a base para a profissão dos bibliotecários exatamente como o original de 1931 fez.
Gustavo Henn
Dia desses li uma entrevista do professor Briquet de Lemos, um dos grandes nomes da biblioteconomia nacional, que comanda a editora homônima, única especializada em publicações nas áreas de biblioteconomia e ciência da informação neste país. O que mais me chamou a atenção, além de ter descoberto que ele é pai dos irmãos Lemos [...]
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