Antibiblioteca

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Trecho do livro A Lógica do Cisne Negro, de Nassim Nicholas Taleb O escritor Umberto Eco pertence a pequena classe de acadêmicos que são enciclopédicos, críticos e perspicazes. Ele é o dono de uma grande biblioteca pessoal (contendo trinta mil livros), e separa os visitantes em duas categorias: aqueles que reagem com “Uau! Signore professore dottore Eco, que grande biblioteca [...]

Ning: o futuro da rede social online?

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Texto de Stephanie Chen Tradução livre de Moreno Barros Não importa se você é do futebol, gamão, Harry Potter ou heavy metal. O Ning têm uma rede pra você. Criado há dois anos atrás, um website que vêm crescendo rapidamente, o Ning permite que seus membros construam suas próprias plataformas de redes sociais baseadas em suas paixões e [...]

Três maneiras de as bibliotecas serem diferentes

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texto de por Steven Bell tradução livre de Moreno Barros Em um post recent eu discuti a importância da diferenciação no processo de formulação de uma experiência do usuário. Assim, como exatamente uma biblioteca poderia se diferenciar de outros fornecedores de informação como o Google, Wikipedia, YouTube e até mesmo o Twitter – este último sendo agora [...]

Compreendendo a nova era da Web: Web 3.0, Dados linkados e Web Semântica

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por Richard MacManus tradução livre de Moreno Barros Eu tenho acompanhado um série de posts fascinante publicada em 3 partes essa semana por Greg Boutin, fundador do Growhroute Ventures. A série tem como objetivo alinhar 3 grandes tendências, todas baseadas em torno de dados estruturados: 1) o ainda nascente conceito de “Web 3.0“, 2) o relativamente novo [...]

Google revela o segredo do seu scanner de livros

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texto original de Maureen Clements tradução livre de Moreno Barros Outro dia, meu colega Kee Malesky me deixou surpreso com um artigo incrivelmente interessante publicado no site da New Scientist sobre o registro da patente 7508978. E você se pergunta, o que há de tão importante com a Patente 7508978 ? É a patente que explica como [...]

Descanse em paz, RSS

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Por Steve Gillmor, editor do TechCrunch Tradução livre de Moreno Barros Está na hora de se livrar completamente do RSS e migrar para o Twitter. RSS simplesmente não funciona mais. Não vale mais a pena nadar contra a maré. Eu não visito o Google Reader há meses. O Google Reader é o leitor de RSS dominante. Eu fiz [...]

Twitter para bibliotecas (e bibliotecários)

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Twitter para bibliotecas (e bibliotecários)

por Sarah Milstein Traduzido por Moreno Barros Para muitas pessoas, a palavra “twitter” traz à mente pássaros, em vez de humanos [twitter em inglês representa o som emitido pelo canto acelerado dos pássaros]. Mas os profissionais da informação sabem que o Twitter (www.twitter.com) é um serviço grátis de mensagens entre pessoas que vem crescendo rapidamente [...]

Informação e objeto etnográfico: percurso interdisciplinar no museu paraense Emílio Goeldi

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Estudo teórico, cujo objetivo é elaborar o ciclo da informação do objeto etnográfico da coleção do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), situado no Pará (Brasil), a partir dos conceitos de documento e informação, numa abordagem interdisciplinar do processo de transferência e disseminação da informação. Consiste, assim, na busca de compreender a organização da coleção etnográfica [...]

O WikiBrasil e seus temas na visão de um bibliotecário

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entrevista publicada originalmente no WikiBrasil, e em versão integral no BSF. O bibliotecário Moreno Barros foi com amigos assistir ao debate do WikiBrasil na noite de 10 de novembro, no Centro Cultural São Paulo. No dia seguinte, ele publicou um post no blog Bibliotecários sem Fronteiras sobre o evento. Lá, destacou os principais temas abordados durante [...]

O estado da biblioteconomia 2009, por Fabiano Caruso e Moreno Barros

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O estado da biblioteconomia 2009, por Fabiano Caruso e Moreno Barros

As evidências podem ser encontradas nestes vídeos: 1º round SIBI USP – Parte 2 – Moreno Barros from ExtraLibris on Vimeo. 2º round SIBI USP – Parte 3 – Fabiano Caruso from ExtraLibris on Vimeo.

Crítica da informação: onde está?

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Crítica da informação: onde está?

Diz-se que os praticantes da crítica literária são os críticos de literatura; isso é, aqueles que revisam e criticam trabalhos de ficção. Mas onde estão, alguém pode perguntar, os críticos da funcionalidade e legitimidade dos sistemas de organização do conhecimento? Estes são, por exemplo, bibliografias, sistemas de classificação, tesauros, enciclopédias e máquinas de busca – todos os sistemas que de uma maneira ou outra são os mediadores da parte registrada da sociedade e da cultura. Tais sistemas de organização do conhecimento são também as ferramentas profissionais dos bibliotecários. Por essa razão, nós deveríamos imaginar que os bibliotecários possuem muito a dizer sobre o papel e utilidade desses sistemas na mediação da sociedade e cultura, mas é difícil dentro da arena pública encontrar e escutar as vozes críticas de bibliotecários argumentando sobre os sistemas de organização do conhecimento.

Panorama crítico da Biblioteconomia brasileira

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Edson Nery da Fonseca Tudo isso é o resultado de uma formação profissional defeituosa, caracterizada pela hipertrofia da técnica, com prejuízo da filosofia biblioteconômica, da cultura que é ingrediente indispensável no treinamento de bibliotecários. Ensina-se um know-how deficiente e capenga, porque desligado do contexto natural da Biblioteconomia, que é a cultura. Ensina-se "como fazer", sem explicar "porque" e "para que" fazer, de tudo resultando bibliotecários que fazem fichas como o pobre do Carlitos manipulava as chaves de parafuso: criando automatismos puramente animais.

Reflexões sobre a situação do bibliotecário

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Otto Maria Carpeaux A Biblioteconomia é uma técnica; aprende-se em cursos teóricos – os atuais são perfeitamente suficientes – e em estágio prático numa biblioteca bem organizada. O curso universitário de Biblioteconomia não poderia dar mais, se não fosse mais teoria biblioteconômica; teoria de cujo valor prático muitos entendidos duvidam. Contudo, seria possível, numa Faculdade, melhorar [...]

A anti-intelectualidade na biblioteconomia

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Alho, vodca e políticas de gênero: anti-intelectualidade na Biblioteconomia americana Michael Winter O tópico pode surpreender, afinal os bibliotecários são tão obviamente intelectuais, ou pelo menos são amantes dos livros, ainda que tenham sido chamados, talvez injustamente, inimigos dos livros (Adams 1937). Eles são, para usar a agradável frase neutra de Seymour Martin Lipset, distribuidores de cultura (Lipset [...]

Reflexões sobre a vida da mente na era da abundância

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Claramente, em um mundo de sistemas de informação conectados consistindo de repositórios digitais individuais e coletivos, os papéis dos especialistas em informação e tecnologia precisam mudar. Tecnologistas precisam estabelecer um plano de sistemas mais transparente para a convergência de sistemas e para a convergência de tipos informacionais. Designers instrucionais precisarão dar suporte e educar a comunidade acadêmica sobre os benefícios de se acumular e compartilhar bens digitais e objetos de aprendizagem. Bibliotecários terão um menor papel na organização de materiais em acordo com rígidos padrões e um maior papel no desenvolvimento de princípios organizacionais mais flexíveis para uma vasta variedade de materiais construídos sobre uma gama de diretrizes padronizadas. O foco dos bibliotecários será menor na organização de materiais sobre o fato e maior no ensinamento de outros sobre como organizar os materiais que produzem.

Biblioteconomia e comunicação mediada por símbolos

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H. CURTIS WRIGHT School of Library and Information Sciences – BYU, 1989. Resumo Esse trabalho sai da visão Kaplaniana de informação como estrutura formal das idéias, para a visão Meadiana de comunicação intersubjetiva e daí para a compreensão de realidade de Popper. Apresenta um modelo de Biblioteconomia, identifica seus componentes com os três mundos de Popper e conclui [...]

Lembre-se de compartilhar e brincar direito

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Todos nós aprendemos a compartilhar quando crianças; dividir canetinhas, livros e outras possessões. Mas nós aprendemos a compartilhar idéias? Na verdade não. Nossos trabalhos normalmente eram compartilhados apenas com os professores e não com os colegas de turma. Em algumas aulas não era permitido colaborar e compartilhar idéias em projetos individuais. Na academia, sim, existe o diálogo acadêmico, mas também existe competição. Na busca pelo ofício, é bom ser o único expert em certos assuntos; ser indispensável. A primeira vez que eu senti uma cultura apaixonada pelo compartilhamento de informação (e não apenas vangloriando a idéia) foi quando eu me envolvi com a blogosfera.

Por que ler os clássicos

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Ítalo Calvino A leitura de um clássico deve oferecere-nos alguma surpresa em relação à imagem que dele tínhamos. Por isso, nunca será demais recomendar a leitura direta dos textos originais, evitando o mais possível bibliografia crítica, comentários, interpretações. A escola e a universidade deveriam servir para fazer entender que nenhum livro que fala de outro livro diz mais sobre o livro em questão; mas fazem de tudo para que se acredite no contrário. Existe uma inversão de valores muito difundida segundo a qual a introdução, o instrumental crítico, a bibliografia são usados como cortina de fumaça para esconder aquilo que o texto tem a dizer e que só pode dizer se o deixarmos falar sem intermediários que pretendam saber mais do que ele.

A que viemos, o que vimos e o que viremos a ser

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É comum ouvirmos hoje que bibliotecários devem ser educadores, marqueteiros, informáticos, administradores... Esta idéia apresenta, no mínimo, dois problemas graves. O primeiro é que evidencia de pronto que os bibliotecários ou não sabem ou não podem ou não querem ser o que se espera deles que sejam: bibliotecários. O segundo é que se nota que apesar de reconhecer a importância desses conhecimentos para uma melhor atuação, não se vê iniciativas correspondentes de formação nestas áreas – pouco se estuda de pedagogia, marketing, informática, administração... Biblioteconomia é uma especialidade. São necessários estudos apropriados para atuar como um seu profissional, isto porque é preciso ser iniciado em seu mundo particular de teorias, técnicas e tecnologias, como com todas as profissões e ciências – são limitadas, compartimentadas e reducionistas, necessariamente. Têm escopo. Portanto, não são panacéias, não dizem respeito a tudo.

Concurso docente do curso de Biblioteconomia

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Estão abertas as inscrições para o concurso docente do curso de Biblioteconomia da UFAL, Maceió – AL. Período de Inscrição: de 30/03/2009 a 27/04/2009 Local de Inscrição: Via Internet Taxa de Inscrição: R$111,07 (Assistente – 40h DE) Vagas: 01 Remuneração: R$4.442,60 (Assistente – 40h DE) Área: Tecnologia da Informação Requisitos: Graduação em Biblioteconomia e Mestrado em Ciência da Informação, ou Graduação em [...]

As mudanças nas tecnologias e usuários de bibliotecas mudarão a biblioteconomia?

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Em qual extensão a transformação do lado tecnológico nas bibliotecas está relacionada com as mudanças na biblioteconomia? Em qual extensão os pesquisadores da geração do milênio vão eliminar a necessidade de um profissional bibliotecário, e em qual extensão eles desejarão servir a si mesmos, acessando a tecnologia da biblioteca diretamente?

Conectando os pontos: software social e bibliotecas

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Geoffrey Harder As bibliotecas sempre conectaram pontos. Nós conectamos pessoas com informação, conectamos idéias às imaginações e conectamos indivíduos às comunidades. É por isso que o software social continua sendo um item bastante abordado nos programas de conferência em bibliotecas e nas publicações relacionadas a bibliotecas, tanto online como offline. Mesmo com as discussões sobre o movimento da Web 2.0 e sua cria, a Biblioteca 2.0, o software social – a conexão de pessoas a outras pessoas utilizando softwares e Internet – continua a ser um grande fator nas discussões sobre o que são agora e o que virão a ser as bibliotecas e o cenário mais amplo de informação.

Bibliotecas: na plataforma errada, esperando pelo trem errado?

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As bibliotecas têm tomado duros golpes nos últimos meses, levantando questões sobre se e como irão sobreviver a uma superfície de informação em constante mudança. O anúncio de uma universidade americana sobre a digitalização da sua biblioteca – descartando os livros – recebeu grande atenção da mídia e foi usado pela imprensa para levar a imagem de uma “biblioteca vazia” a um novo nível. O que o futuro guarda para as bibliotecas?

As bibliotecas importam? O surgimento da Biblioteca 2.0

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O reinado da biblioteca como fornecedora de informação está decadente. Por justiça ou não, as bibliotecas atuais estão cada vez mais sendo vistas como ultrapassadas, comparadas com serviços modernos baseados na internet, como Google e Amazon, desejosos por assumir o trono. Mesmo assim, em Talis [fornecedora de produtos e serviços para bibliotecas públicas e acadêmicas no Reino Unido e Irlanda] nós acreditamos que ainda existe muita vida na biblioteca. Entretanto, essa sobrevivência demanda mudanças. Inevitavelmente, com o mundo avançando, a biblioteca precisa evoluir e começar a disponibilizar seus serviços na maneira como os usuários modernos esperam. A Biblioteca 2.0 é o conceito de um serviço de biblioteca bem diferente que opera de acordo com as expectativas dos usuários das bibliotecas de hoje. Nessa visão, a biblioteca torna a informação disponível quando e onde quer que o usuário requisite. Em alguns momentos, essa visão será difícil de ser alcançada. Mas nós achamos que também trará euforia e preenchimento. No final, nós esperamos que seja uma prova de que a biblioteca continua importando.

O trabalho dos mediadores da informação: uma comparação entre bibliotecários e agentes inteligentes

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Neste artigo, a autora examina as características da agência de informações, o trabalho de bibliotecários e de agentes inteligentes como mediadores de informação, as diferenças entre os agentes humanos e os softwares, as tarefas possíveis para agentes softwares em bibliotecas, e especula sobre o futuro dos agentes humanos e softwares. Uma típica necessidade de informação baseada em literatura da área médica é apresentada, e os processos de acompanhamento da informação são examinados. A autora descreve o futuro da mediação da informação, sendo baseada numa interação eficiente entre agentes humanos e softwares, e dá exemplos de tarefas possíveis de colaboração de informações.